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Análise espaço-temporal do progresso da podridão mole em pêssegos inoculados com Rhizopus stolonifer

Processo: 12/03270-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 22 de junho de 2012
Vigência (Término): 21 de julho de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Lilian Amorim
Beneficiário:Juliana Silveira Baggio
Supervisor no Exterior: Bernhard Hau
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Local de pesquisa: Leibniz Universität Hannover, Alemanha  
Vinculado à bolsa:11/03034-8 - Mecanismos de penetração de Rhizopus stolonifer em pêssegos: análise bioquímica, epidemiológica e microscópica, BP.MS
Assunto(s):Doenças de plantas   Podridão (doença de planta)   Amygdalus persica   Rhizopus

Resumo

A podridão mole, causada por espécies de fungo do gênero Rhizopus, sendo a espécie R. stolonifer a mais comum, é uma das principais doenças pós-colheita de pêssegos. O desenvolvimento do patógeno prejudica a comercialiazação de pêssegos em mercados atacadistas e varejistas, consistindo em uma das principais causas de rejeições de frutos e da redução do preço de venda da caixa de pêssego em 40 a 50%. O fungo pode causar podridões em outros frutos e vegetais com níveis similares de perdas. Essa doença está intimamente relacionada com a presença de danos físicos ou mecânicos, exemplificados pela presença de injúrias na superfície do fruto, já que Rhizopus é conhecido por penetrar seus hospedeiros via ferimentos. Entretanto, em ensaios realizados dentro do projeto principal (Processo FAPESP n° 2011/03034-8), observou-se que frutos sem ferimento tornaram-se infectados quando colocados próximos a pêssegos doentes ou inoculados com R. stolonifer. O progresso temporal e a distribuição espacial da doença foram quantificados em 13 experimentos conduzidos in vivo, sob condições controladas de ambiente. No entanto, nenhum dos modelos matemáticos de ajuste ao progresso de doenças, convencionalmente utilizados na epidemiologia de doenças de plantas (p. ex. modelo logístico e modelo monomolecular), apresentaram-se adequados nesses casos. De forma similar, os modelos de distribuição espacial de doenças utilizados para patossistemas foliares, como os índices de dispersão e a lei de Taylor modificada, têm restrições metodológicas aos dados experimentais obtidos para a podridão mole do pessegueiro. Sendo assim, para melhor descrição do progresso da doença e da disseminação do patógeno sobre os frutos, análises com auxílio de modelos matemáticos espaço-temporais devem ser aplicadas. Essas análises serão conduzidas na Leibniz Universität Hannover sob a supervisão do Prof. Dr. Bernhard Hau. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
BAGGIO, J. S.; HAU, B.; AMORIM, L. Spatiotemporal analyses of rhizopus rot progress in peach fruit inoculated with Rhizopus stolonifer. PLANT PATHOLOGY, v. 66, n. 9, p. 1452-1462, DEC 2017. Citações Web of Science: 3.

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