| Processo: | 11/15793-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Reis Percequillo |
| Beneficiário: | Leandro Perez Godoy |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 09/16009-1 - Sistemática, evolução e diversificação da subfamília Sigmodontinae na América do Sul: a tribo Oryzomyini, AP.JP |
| Assunto(s): | Marsupialia Diversidade Pequenos mamíferos Roedores |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Baixo Rio Xingu | Diversidade | marsupiais | Roedores | pequenos mamíferos |
Resumo A região amazônica se destaca como a área de floresta tropical mais extensa e diversa do mundo (Mittermier et al., 1992, 1997). Essa diversidade é especialmente válida para os pequenos roedores e marsupiais que compõe o grupo mais diversificado de mamíferos neotropicais (Fonseca, 1996; Costa et al., 2005; Plagia et al., 2012) com 107 espécies reconhecidas atualmente, sendo 91 dessas endêmicas desse bioma (Plagia et al., 2012). No entanto, nosso conhecimento sobre sua diversidade, filogenia e distribuição é muito limitado, o que dificulta iniciativas de conservação, especialmente com critérios regionais (Brito, 2004). Entre as hipóteses desenvolvidas para explicar essa diversidade, a barreira geográfica formada pelos grandes rios mostra-se aplicável para uma interpretação de subespeciação e especiação de alguns táxons. Especialmente em rios como o Xingu que tem seu curso reto e seus tributários fluem por um declive íngreme do norte do Escudo Brasileiro impedindo a formação de meandros, e assim o transporte passivo de animais sedentários por meio do corte de pedúnculo dos meandros. Um fator que corrobora essa informação é que o Rio Xingu separa duas áreas de endemismos na Amazônia, denominadas de Tapajós e Xingu, formadas pelos interflúvios dos rios Tapajós, Xingu e Tocantins. Nesse contexto o presente projeto tem como objetivo determinar a diversidade dos pequenos mamíferos não voadores para a região do baixo rio Xingu, através de análises detalhadas a nível morfológico e molecular, em cada margem e entre as margens para a definição das amostras e compreensão das variações em diferentes níveis para tentar entender como suas populações se diversificaram, além de contribuir para um maior esclarecimento da diversidade e distribuição desse grupo na Amazônia. | |
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