| Processo: | 12/05605-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Niels Olsen Saraiva Câmara |
| Beneficiário: | Rafael Luiz Pereira |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 10/52180-4 - Fisiopatologia e regeneracao das lesoes renais, AP.TEM |
| Assunto(s): | Nefrologia Insuficiência renal crônica Inflamação Macrófagos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | doença renal crônica | Glomerulopatias | Inflamação | Macrófagos | Via mTOR de sinalização | Nefrologia |
Resumo A Glomeruloesclerose focal e segmentar (GESF) é uma das principais causas Doença Renal Crônica (DRC) no mundo. É uma doença caracterizada por proteinúria massiva associada ao acometimento das células epiteliais viscerais (podócitos). Modelos experimentais clássicos de GESF são induzidos através da administração de quimioterápicos como a adriamicina (ADM). O modelo de nefropatia induzida por ADM mimetiza os sinais clássicos da GESF humana, como a proteinúria associadas a lesões glomerulares e tubulares. Dentre os mecanismos associados à lesão podocitária temos a produção de moléculas pró-inflamatórias como o IFN-³, TNF-± e TGF-², as quais são produzidas principalmente por macrófagos. Macrófagos são células extremamente importantes no desencadeamento de doenças inflamatórias e associadas à fibrose, por isso é um achado comum em diversas patologias renais como a GESF. Estas células apresentam uma grande plasticidade com diversos subtipos com diferentes funções, que são modulados por diversas citocinas, fatores de transcrição e vias metabólicas. Dentre as vias metabólicas associadas à modulação de macrófagos, temos a via mTOR. Foi verificado que essa via atua diretamente sobre proliferação, diferenciação e ativação dessas células. Dentre os fatores que regulam a via mTOR há os que a regulam positivamente como a GTPase RHEB e os que a regulam negativamente como o Tuberous Sclerosis Complex (TSC) e a Rapamicina, a qual já vem sendo usado na clínica como imunossupressor. Tendo em vista que diversos trabalhos apontam para uma potencial participação dos macrófagos em doenças renais, em especial na GESF, como já visto por nosso grupo, pretendemos avaliar a participação da via mTOR na modulação de macrófagos nesta doença, utilizando para isso animais nocautes para vias de sinalização mTOR e quimiocinas associadas a migração de macrófagos, como também a participação destas células na lesão podocitária por intermédio de estudos in vitro. | |
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