Busca avançada
Ano de início
Entree

Sinalização via AMPK em Linfócitos T CD4 e macrófagos na progressão da doença renal crônica experimental

Processo: 16/02299-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2016
Vigência (Término): 30 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Beneficiário:Marina Barguil Macêdo
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/02270-2 - Novos mecanismos celulares, moleculares e imunológicos das lesões renais agudas e crônicas: busca por novas estratégias terapêuticas, AP.TEM
Assunto(s):Nefrologia   Linfócitos T   Insuficiência renal crônica   Macrófagos

Resumo

A polarização fenotípica dos macrófagos entre os padrões clássico e alternativo, e a diferenciação de linfócitos T (LT) CD4+ de naïve para efetores envolvem uma profunda mudança no perfil metabólico celular, na qual a quinase ativada por monofosfato de adenosina (AMPK) desempenha um papel central. Esta proteína funciona como sensor de disponibilidade de nutrientes e reserva energética, auxiliando a célula a se adequar a situações de stress metabólico. Diversos estudos recentes vêm demonstrando a importância dessa molécula nos fenômenos de plasticidade metabólica e homeostase energética, e sua inserção em vias de sinalização com efeito contra-regulatório sobre o processo inflamatório. Diante desta multiplicidade de papeis, vislumbra-se uma possível aplicação prática da modulação dos efeitos da AMPK com finalidades terapêuticas em uma série de doenças cujos mecanismos etiopatogênicos incluem inflamação crônica e fibrose tecidual. Neste sentido, propomos investigar o papel da AMPK em macrófagos e LT CD4+ em um modelo murino de doença renal crônica (DRC). A DRC será induzida, através de alimentação enriquecida com adenina, em camundongos selvagens C57BL/6 (WT) e em camundongos com deleção do gene Ampk especificamente nos macrófagos e LT CD4+. Ao fim de 10 dias, os animais serão eutanasiados e o tecido renal será avaliado quanto aos seus aspectos histológico e imuno-histoquímico, à expressão gênica de citocinas pró-inflamatórias, moléculas pró-fibróticas e moléculas de metabolismo celular, à expressão proteica de AMPK e à caracterização do infiltrado celular. Esperamos demonstrar que a atividade metabólica mediada por AMPK influi na ativação de células fundamentais para o desenvolvimento de fibrose, e que essa descoberta traga inspirações para aplicações terapêuticas futuras.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
MACÊDO, Marina Barguil. Papel protetor da quinase ativada por adenosina monofosfato (AMPK) na progressão e severidade da nefrite tubulointersticial experimental.. 2017. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas São Paulo.

Por favor, reporte erros na lista de publicações científicas escrevendo para: cdi@fapesp.br.