| Processo: | 12/01713-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Juliana Carvalho Ferreira |
| Beneficiário: | Fábia Diniz Silva |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Síndrome do desconforto respiratório em adultos Unidades de terapia intensiva Respiração artificial |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Respiração Artificial | Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto | unidades de terapia intensiva | Pneumologia e Terapia Intensiva |
Resumo O NAVA (Neurally-Adjusted Ventilatory Assist) é um modo ventilatório assistido que capta a atividade elétrica do diafragma e a utiliza para iniciar e terminar a fase inspiratória, oferecendo assistência inspiratória proporcional ao esforço do paciente, ciclo a ciclo. Estudos em animais e em humanos mostraram que o NAVA reduz o trabalho respiratório e melhora a interação paciente-ventilador em comparação com modos tradicionais.Por ser um modo assistido, sua utilização requer menor sedação. O uso do NAVA poderia contribuir para a redução de complicações da ventilação mecânica prolongada em pacientes com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) que são submetidos a ventilação mecânica protetora com baixos volumes correntes e limite de pressão de platô. Entretanto, não há estudos com NAVA na fase aguda da SDRA, na qual são geralmente usados modos assistido-controlados que permitem ajuste do volume corrente e/ou platô de pressão de vias aéreas. No NAVA, nem o volume corrente nem o pico de pressão são pré-determinados, e podem variar em proporção ao esforço inspiratório do paciente. Não sabemos se é possível ajustar o NAVA para manter o volume corrente abaixo de 6 ml/kg de peso ideal e em níveis comparáveis aos obtidos em modosassistido-controlados em pacientes com SDRA. Com este projeto, pretendemos avaliar o comportamento do modo NAVA na fase aguda da ventilação mecânica em pacientes com SDRA, para avaliar se esse modo pode ser utilizado para aplicar uma estratégia de ventilação protetora assistida. | |
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