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Fatores de risco e proteção ao desenvolvimento neuropsicomotor e comportamental de crianças entre 2 e 3 anos que frequentam creche

Processo: 12/19806-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2012
Vigência (Término): 31 de maio de 2014
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica
Pesquisador responsável:Gimol Benzaquen Perosa
Beneficiário:Priscilla Dias Prado
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Distúrbios do comportamento   Tratamento psicológico   Desempenho psicomotor   Fatores psicossociais   Métodos empíricos   Crianças   Entrevistas (psicologia)

Resumo

Desde a concepção, fatores biológicos e psicossociais atuam em conjunto no processo de desenvolvimento, podendo levar o indivíduo a um desenvolvimento saudável. A literatura cita vários fatores de risco e proteção para o desenvolvimento, no inicio de vida. Os fatores de risco ou adversidades são variáveis biológicas, ambientais ou contextuais que aumentam a probabilidade da ocorrência de algum efeito adverso no desenvolvimento. Por sua vez, os fatores de proteção são os recursos pessoais ou sociais que atenuam ou neutralizam o impacto do risco. Da mesma forma que os fatores de risco, os mecanismos de proteção podem estar presentes no ambiente familiar, no ambiente social ou ser recursos que o indivíduo dispõe internamente para lidar com situações adversas. Dentre esses fatores se destaca a mãe, como fator de mediação do desenvolvimento. Um bom cuidado exerceria um efeito positivo sobre a saúde da criança amenizando o efeito de fatores adversos, sejam eles biológicos, ambientais ou mesmo em condição de desvantagem social. A literatura aponta que a capacidade da mãe como cuidadora parece depender diretamente do seu nível de escolaridade, seu estado de saúde, ocupação fora de casa . A discussão sobre os efeitos positivos ou negativos no desenvolvimento e no comportamento da criança cuja mãe trabalha fora está intrinsecamente associada às alternativas de cuidado disponíveis. No momento, há um interesse crescente de pais, educadores e políticos em avaliar os possíveis efeitos a longo prazo e o desempenho, nos anos escolares, de crianças que frequentaram creches. Os resultados empíricos ainda são um tanto ambíguos. Nesse sentido, o presente estudo tem por objetivo avaliar o desenvolvimento neuropsicomotor e os problemas comportamentais de crianças entre 2 e 3 anos, frequentadoras de creche, procurando identificar fatores de risco e proteção. O desenvolvimento neuropsicomotor das crianças será avaliado através da aplicação do teste de Denver II e os problemas de comportamento serão avaliados pela mãe e pela cuidadora da creche, a partir da aplicação do CBCL- Inventário de Comportamento para as Idades 1½ - 5 anos. As mães responderão, também, a uma entrevista que visa identificar características sociodemograficas e do histórico de vida da criança e da família. Os resultados serão apresentados de forma descritiva e serão utilizados testes estatísticos que permitam analisar associações e estabelecer fatores de risco e de proteção para o desenvolvimento.(AU)

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