| Processo: | 12/21213-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Miguel Trefaut Urbano Rodrigues |
| Beneficiário: | Francisco Humberto Dal Vechio Filho |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/50146-6 - Filogeografia comparada, filogenia, modelagem paleoclimática e taxonomia de répteis e anfíbios neotropicais, AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Filogenia Bothrops Biogeografia Herpetologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biogeografia | bothrops | Contato Mata Atlântica-Amazônia | Crotalinae | Divergência morfológica e genética | Filogenia | Herpetologia |
Resumo A sistemática e taxonomia das serpentes neotropicais do gênero Bothrops tem estado ativa nas últimas décadas, tanto devido a descrições de novas espécies, revisão de grupos de espécies, estudos de filogeografia e biogeografia histórica, como a trabalhos filogenéticos procurando testar o monofiletismo do gênero. O grupo taeniata, reúne seis espécies e tem sido reconhecido como monofilético na maioria destes trabalhos. Bothrops bilineata, uma das espécies do grupo, é politípica, tem ampla distribuição e envolve atualmente duas subespécies com distribuição disjunta - B. b. smaragdina e B. b. bilineata. A primeira ocorre na porção oeste da Amazônia e B. b. bilineata na porção leste, distribuindo-se esta última ainda pela Mata Atlântica brasileira. O contato Amazônia-Mata Atlântica entre estas formas tem sido geralmente explicado no contexto da teoria de refúgios que permitiu contato pretérito entre estes dois grandes blocos florestais em diferentes épocas (Mioceno e/ou Pleistoceno) e espaços geográficos (nordeste ou sudeste da Mata Atlântica). Contudo, nem a validade das atuais subespécies, nem o tempo de divergência entre as populações de B. bilineata tem sido testados para verificar esta hipótese. O objetivo deste projeto é verificar a validade das subespécies de B. bilineata, com base em caracteres morfológicos e moleculares, mapear a área de ocorrência das linhagens encontradas no decorrer do projeto, analisar a variação morfológica e molecular das populações de B. bilineata presentes na Amazônia e Mata Atlântica, e estimar quando e por onde ocorreu a conexão entre esses dois biomas. | |
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