| Processo: | 12/14645-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Social |
| Pesquisador responsável: | Cristina Amélia Luzio |
| Beneficiário: | Ana Clara Magalhães Cunha |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Saúde mental Psiquiatria Adolescência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adolescência | Arqueogenealogia | Psicologia | Psiquiatria | Saúde Mental | Juventude, modos de subjetivação e saúde mental |
Resumo Problematizar os processos de produção da adolescência como objeto de investigação e intervenção nos cenários das políticas e práticas em saúde mental no Brasil foi o escopo que orientou este trabalho. Isso porque, consideramos que o atual cenário de patologização do comportamento adolescente deriva de uma produção de práticas, discursivas e não-discursivas, atreladas à consolidação de tecnologias e estratégias para o controle do desenvolvimento e do comportamento humano. Por isso, para efetivar tal empreitada, partimos de uma noção crítica de história, isto é, que não se ocupa em abordar o passado a partir de uma concepção linear de tempo - concepção esta onde o presente emerge como resultado de um desenvolvimento linear, progressivo e pré-determinado por tal ou qual evento pretérito. Assim, orientadas por Michel Foucault, nos inspiramos na perspectiva arqueo-genealógica como ferramenta para uma problematização crítica do presente e da história a partir de uma análise que, sem a pretensão de afirmar essências e universalidades, se debruça sobre os engendramentos históricos, políticos e sociais implicados nas produções e práticas da medicina, da psicologia, da psiquiatria e da justiça no que tange à adolescência. Para tanto, nos debruçamos sobre documentos como leis, portarias, decretos, manuais, cartilhas, relatórios, materiais de divulgação que compõem as propostas de atenção à saúde mental no Brasil. Propomos, ainda, afirmar a Atenção Psicossocial como estratégia de resistência para a afirmação de práticas de cuidado e atenção à adolescência que considere a saúde mental enquanto um processo social complexo. Assim, este trabalho intentou menos apresentar respostas definitivas do que fortalecer os questionamentos acerca das práticas e discursos hegemônicos em saúde mental. | |
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