| Processo: | 12/24755-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal |
| Pesquisador responsável: | Hussam El Dine Zaher |
| Beneficiário: | Roberta Graboski Mendes |
| Instituição Sede: | Museu de Zoologia (MZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/50206-9 - Origem e evolução das serpentes e a sua diversificação na região neotropical: uma abordagem multidisciplinar, AP.BTA.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/06866-8 - Evolução da forma da cabeça em Amphisbaenia (Reptilia, Squamata) usando métodos de morfometria geométrica, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Filogenia Evolução animal Amphisbaenia Morfometria |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amphisbaenia | Evolução | Filogenia molecular | morfometria geométrica | Filogenia |
Resumo A ordem Squamata é composta por répteis (Serpentes, "Lagartos", Anfisbaenas e Mosassauros) que apresentam uma grande diversidade de espécies e de formas. Dentre os Squamata, a subordem Amphisbaenia é composta por organismos que apresentam diversas modificações morfológicas adaptadas para hábitos fossoriais. Atualmente, Amphisbaenia possui 182 espécies descritas que são divididas em seis famílias (Amphisbaenidae, Blanidae, Bipedidae, Cadeidae, Rhineuridae e Trogonophidae) que possuem ampla distribuição, ocorrendo na região Neotropical, África subsaariana, partes da região do Mediterrâneo, Baixa Califórnia e Flórida. Apesar do progresso do conhecimento acerca do grupo, o posicionamento filogenético de Amphisbaenia dentro de Squamata, bem como as relações entre as famílias e gêneros ainda permanecem incertos. Muitos trabalhos atribuem as dificuldades para compreensão da origem e evolução das Amphisbaenia à convergência de diversos caracteres morfológicos, como as diferentes formas da cabeça presentes neste grupo. Em geral, vertebrados que possuem hábitos subterrâneos são de difícil observação e obtenção, sendo que muitos aspectos de sua biologia evolutiva tornam-se mal compreendidos pela dificuldade de acesso aos organismos. Sendo assim, este projeto visa investigar e contribuir para preencher algumas destas lacunas sobre o conhecimento do grupo. Para isso, será analisada a diversidade molecular de 30 genes (nucleares e mitocondriais) de uma ampla amostragem de espécies de Amphisbaenia, para compreender as relações entre as famílias e gêneros. Também será empregada a técnica de "Next Generation Sequencing" para inferir o posicionamento filogenético de Amphisbaenia dentro de Squamata, bem como confirmar as relações filogenéticas das famílias e gêneros de uma representatividade menor de Amphisbaenia. Serão utilizados métodos filogenéticos de Máxima Parcimônia, Máxima Verossimilhança e Inferência Bayesiana. As estimativas de tempos de divergência entre as famílias de Amphisbaenia serão obtidas através do método de relógio molecular relaxado. Este projeto também visa categorizar e compreender a evolução das formas da cabeça dentro de Amphisbaenia, testando se essas formas possuem relação filogenética ou se são convergências morfológicas relacionadas à distribuição geográfica. Para isso serão utilizados marcos anatômicos (Landmarks) e técnicas de morfometria geométrica para quantificar e analisar as diferenças na forma de uma grande representatividade de espécies de Amphisbaenia. Para analisar correlação entre as formas da cabeça na filogenia será utilizado a análise de Phylogenetic generalizes least squares (PGLS) e para avaliar os diferentes complexos morfo-funcionais será utilizada análise de componentes principais dos dados métricos e geométricos. (AU) | |
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