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Identificação de proteínas diferencialmente expressas em tecido de diferentes modelos experimentais de epilepsia

Processo: 13/09214-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2013
Vigência (Término): 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Iscia Teresinha Lopes Cendes
Beneficiário:Amanda Morato Do Canto
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/50680-2 - Investigação multimodal da epileptogênese com ênfase na incorporação de novos modelos e novas ferramentas, AP.TEM
Assunto(s):Expressão de proteínas   Epilepsia   Proteômica   Neurologia

Resumo

As epilepsias são doenças neurológicas crônicas decorrentes de alterações das funções cerebrais que afetam aproximadamente 2% da população mundial (Hauser et al.,1996; Borges et al., 2004). Uma característica comum a todas as formas de epilepsia é a ocorrência de crises epilépticas que são causadas por descargas neuronais anormais que ocorrem de forma passageira, sincrônica e desorganizada, levando às manifestações clínicas dependentes da região do sistema nervoso central afetada (Zielinski, 1988). A epilepsia do lobo temporal (ELT) é a forma mais frequente de epilepsia em adultos, caracterizada clinicamente por um desenvolvimento progressivo de crises epilépticas com foco no lobo temporal, sendo associada à esclerose hipocampal (EH). O uso de modelos animais para estudo de desordens humanas é importante para o entendimento dos mecanismos fisiopatológicos destas doenças. Particularmente, os modelos que reproduzem a ELTM humana em roedores apresentam uma epileptogenicidade similar à encontrada em tecidos "epilépticos" humanos quando estudados ex vivo. Para isso, a proteômica dispõem de poderosas ferramentas que nos permite elucidar complexos mecanismos biológicos e encontrar proteínas alteradas em todo o organismo, como respostas a estados internos, externos, mudanças no desenvolvimento, etc., além de permitir a descrição de padrões de expressões proteicas (Krapfenbauer et al., 2003; Yang et al., 2005). Portanto, é importante analisar o padrão de expressão proteico do hipocampo de modelos animais usando técnicas de proteômica, como informação complementar para auxiliar no entendimento dessa patogênese. Assim, propomos trabalhar com animais modelos, e utilizar a proteômica para validar dados obtidos durante o sequenciamento de nova geração e identificar proteínas diferencialmente expressas.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
Identificação de proteínas diferencialmente expressas em modelos animais de epilepsia. 2015. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas.

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