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O uso dos prazeres como controle do corpo: confronto entre o conceito foucaultiano de biopoder e o processo de encouraçamento do ego na teoria de W. Reich

Processo: 13/11038-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Fundamentos e Medidas da Psicologia
Pesquisador responsável:Hélio Rebello Cardoso Júnior
Beneficiário:Yasmin Aparecida Cassetari da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):14/23661-5 - Estética de si e autorregulação: uma visão genealógica do cuidado com a saúde, BE.EP.IC
Assunto(s):Psicanálise   Prazer   Poder político

Resumo

Esta proposta de iniciação científica aborda as relações entre as noções de "poder", "corpo" e "prazer" atuantes na ideia da constituição do homem como sujeito, partindo da análise dos pensamentos de Michel Foucault e Wilheim Reich a respeito das diretrizes que estipulam a utilização dos prazeres. Valendo-se dos conceitos foucaultianos de disciplina, biopolitica e biopoder e os conceitos reichianos de caráter e de encouraçamento do Ego, pretendemos averiguar como, para cada um desses autores, as diferentes formas históricas de subjetivação investem no corpo marcas inerentes de poder, regulando o uso dos prazeres por parte do sujeito. Com essa finalidade, apurando e confrontando as posições conceituais de Reich e Foucault, passaremos pela problemática de como a noção do controle do prazer pode auxiliar na compreensão do percurso do investimento do poder sobre o corpo e de que forma esse controle atua na delimitação de determinadas noções, tais como as de saúde, de doença, de relações desejáveis e indesejáveis com o corpo. (AU)