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Reversão de Significado de Estímulos Numéricos em Indíviduos com Ansiedade à Matemática

Processo: 13/12640-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2013
Vigência (Término): 31 de outubro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Nassim Chamel Elias
Beneficiário:Rogério Crevelenti Fioraneli
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil

Resumo

O controle aversivo presente no ensino da matemática pode gerar um padrão de resposta conhecido como ansiedade à matemática, caracterizado por fuga e esquiva diante de situações requerem o uso de repertórios matemáticos, além de reações fisiológicas desagradáveis e auto-atribuições negativas. Tipicamente indivíduos com ansiedade à matemática, além da dificuldade na aprendizagem da disciplina, formam classes conceituais nas quais estímulos matemáticos estão associados a eventos desagradáveis e punitivos. A literatura que trata de reversão de classes de estímulos equivalentes tem apontado rumos promissores, porém nenhum estudo foi conduzido para reversão de significado negativo de estímulos matemáticos presentes em classes pré-experimentais em indivíduos que sofrem de ansiedade à matemática. O presente estudo objetiva (1) reverter classe pré-experimental formada por estímulos matemáticos; (2) estabelecer a formação de nova classe contendo aspectos sociais positivos e estímulos matemáticos; (3) ampliar os dados sobre reversão de classes de equivalência; (4) inaugurar investigações sobre reversão de classes contendo estímulos matemáticos pré-experimentais emocionalmente aversivos em indivíduos com ansiedade à matemática; (5) verificar o efeito de manutenção ou enfraquecimento que a passagem do tempo exerce sobre a nova classe contendo aspectos sociais positivos e estímulos matemáticos. Participarão nove estudantes do ensino fundamental que apresentaram ansiedade à matemática na resposta a uma escala específica. O procedimento envolverá a aplicação de uma escala de diferencial semântico, pré-testes e pós-testes envolvendo estímulos A1(formas sociais reforçadoras), A2 (formas sociais não reforçadoras), B (formas não-representacionais), C1 (estímulos visuais numéricos), C2 (formas não-representacionais diferentes de B), D1 (estímulos visuais não-numéricos ligados a situações sociais reforçadoras); treino das relações AB e BC; follow-up após dois meses. Os dados serão discutidos com base nos objetivos e comparação com literatura.