| Processo: | 13/16441-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Filosofia - Ética |
| Pesquisador responsável: | Maria das Graças de Souza |
| Beneficiário: | Mauro Dela Bandera Arco Junior |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/00556-4 - A antropologia de Rousseau, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Sociabilidade Jean-Jacques Rousseau Antropologia Linguagem |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antropologia | Condillac | Linguagem | Rousseau | sociabilidade | Ética e Filosofia Política |
Resumo O motivo inicial de nossa proposta é a análise de um gesto da filosofia do século XVIII presente, especialmente, na obra de Jean-Jacques Rousseau: aquele pelo qual, para explicar a gênese e o funcionamento do pensamento e das paixões no indivíduo, recorre-se a uma primeira origem da cultura. Em sua obra, Rousseau coloca o problema central da antropologia, a saber, a passagem da natureza à cultura. Fazendo isto, ele recorre manifestamente à teoria condillaquiana, sem a qual não poderia elaborar sua ideia do homem da natureza. À parte todas as influências dos teóricos políticos, Rousseau assume uma posição muito próxima à de Condillac, de acordo com a qual as operações do espírito aparecem em uma ordem progressiva. Almejar-se-á, então, reconhecer algumas das afinidades entre o pensamento de Rousseau e o de Condillac, apontar os limites e as diferenças existentes entre esses dois autores, a fim de melhor compreender esse gesto da filosofia de Jean-Jacques. | |
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