| Processo: | 14/05793-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Dalton de Souza Amorim |
| Beneficiário: | Diego Aguilar Fachin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/00788-0 - Entorno de Sarginae: o estranho gênero Afrotropical Gongrosargus e uma ampla amostragem de Chrysochlorininae, o provável grupo irmão dos sargíneos, BE.EP.DR 15/25736-5 - Redefinindo os limites genéricos na subfamília Sarginae (Diptera: Stratiomyidae): a estranha fauna Afrotropical, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Diptera Zoologia (classificação) Sistemática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diptera | Sarginae | Sistemática filogenética | Stratiomyidae | Taxonomia | Diptera |
Resumo A família Stratiomyidae possui 2.872 espécies descritas em 377 gêneros para todo o mundo, distribuídas em doze subfamílias. A subfamília Sarginae é uma das mais diversas, com 562 espécies descritas em 22 gêneros, das quais 267 espécies em oito gêneros são neotropicais. A família provavelmente se originou no Cretáceo e é possível que sua evolução esteja relacionada à evolução das florestas tropicais de angiospermas. Essa fauna foi muito pouco estudada e não há integração entre o conhecimento da diversidade do grupo na região com o conhecimento da fauna em nível mundial-isto é, não há uma análise cladística para o grupo que permita compreender a inserção dos gêneros que ocorrem na região no contexto da evolução da subfamília no mundo. Além disso, falta conhecimento das relações de parentesco entre as espécies dos gêneros de Sarginae. Os sargíneos adultos apresentam de cinco a seis flagelômeros na antena, sendo o último flagelômero modificado em arista e presença da veia bm-cu nas asas. Apesar de ser aceito como um grupo monofilético, quase nada foi proposto sobre as relações filogenéticas entre seus membros. A ausência de um tratamento mundial da diversidade na subfamília provavelmente implica na manutenção de alguns gêneros parafiléticos, como tem sido indicado para Merosargus em relação a Acrochaeta, resultando em um sistema pouco eficiente e que permite inferências equivocadas sobre e evolução do grupo e de suas características. Este projeto pretende fazer uma análise cladística das relações entre os gêneros de Sarginae, com uma amostragem que permita o reconhecimento dos gêneros parafiléticos, além da realização de revisões taxonômicas de gêneros com poucas espécies-por exemplo, Himantigera e Sagaricera. A coleta de novos exemplares em condições adequadas permitirá a construção de uma biblioteca de tecidos para obtenção de sequências de DNA de estratiomídeos. (AU) | |
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