| Processo: | 14/11921-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira |
| Beneficiário: | Patrícia Ribeiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/06892-3 - Utilização de células tronco mesenquimais na interface do sistema nervoso central e periférico: reparo de lesões proximais, AP.TEM |
| Assunto(s): | Axotomia Células-tronco mesenquimais Microscopia eletrônica de transmissão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | axotomia | células tronco mesenquimais | Microscopia eletrônica de transmissão | Neurobiologia Celular |
Resumo Estudos recentes têm indicado grande potencial neuroprotetor das células tronco (CT), quando enxertadas no sistema nervoso após lesão. O emprego de CTs adultas apresenta significativa vantagem em relação às de origem embrionária, devido à facilidade de obtenção. Por outro lado, CT embrionárias possuem maior espectro de efeitos, podendo, inclusive se diferenciar em tipos celulares de diferentes folhetos. Assim, o presente estudo visa investigar a influência do enxerto de células tronco mesenquimais (CTM) no microambiente medular após lesão de raízes nervosas ou da substância branca do funículo lateral. Adicionalmente, o emprego do selante de fibrina, como substrato para as CTM, pode contribuir positivamente para o sucesso regenerativo no SNC e será empregado neste projeto. Paralelamente ao uso de CTMs, empregaremos células tronco embrionárias humanas, modificadas por bioengenharia para superexpressar FGF2 humano de modo induzido. Após a lesão medular, será realizado (1) RT-PCR em tempo real para VEGF, IL4, IL3, TNF±, IL6, arginase-1, iNOS, e TGF², (2) imunohistoquímica (IH) com dupla marcação para IBA1 (marcador de microglia e macrófagos) e Arginase-1 (marcador de macrófago M2) para demonstração in situ da presença/reatividade de tais células e (3) marcação dos transcritos que anteriormente foram analisados por PCR (e apresentaram diferenças de expressão entre os grupos experimentais) através de FISH, co-localizando esses transcritos com as CTM EGFP e demais tipos celulares como astrócitos e microglia, marcados por imunohistoquímica. Complementarmente, serão realizadas (1) contagem neuronal por coloração de Nissl e (2) imunohistoquímica para sinaptofisina (marcador de sinapses). A recuperação motora será acompanhada pelo teste comportamental para a análise da marcha dos animais (Catwalk). Em conjunto, esperamos obter resultados que subsidiem o futuro uso terapêutico das CTs em lesões medulares, propiciando maior sobrevivência neuronal, menor formação de cicatriz glial e maior sucesso na recuperação da motricidade pós lesão. | |
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