| Processo: | 14/10449-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Valéria Nobre Leal de Souza Oliva |
| Beneficiário: | Thomas Alexander Trein |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anestesiologia veterinária Dexmedetomidina Ropivacaína Nervo isquiático Ultrassonografia Cães |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | agonista a2-adrenérgico | Analgesia | anestesia regional | Anestésico local | eletrolocalizacao | Ultrassonografia | Anestesiologia Veterinária |
Resumo O interesse do emprego do bloqueio anestésico regional em pequenos animais aumentou significativamente nos últimos anos. O bloqueio dos nervos femoral e isquiático é uma alternativa à anestesia neuroaxial para membros pélvicos e apresenta efeitos analgésicos e anestésicos similares, porém, com menor incidência de complicações. Associações de anestésicos locais com adjuvantes vêm sendo estudadas com o intuito de melhorar a qualidade e segurança do bloqueio anestésico periférico. O estudo tem como objetivo investigar os efeitos da administração de dexmedetomidina, administrada pela via perineural ou sistêmica, associada ao bloqueio dos nervos isquiático e femoral com ropivacaína 0,75% em cães. Mais especificamente, objetiva-se investigar e comparar os tempos de latência, bloqueio motor e sensitivo, e qualidade do bloqueio anestésico obtido através destes três protocolos. Ainda mais, o estudo avaliará os potenciais efeitos adversos da associação de dexmedetomidina, tanto pela via perineural como sistêmica, sobre os parâmetros cardiorrespiratórios e complicações referentes à realização da técnica. Serão utilizados sete cães hígidos da raça Beagle, machos e fêmeas, com idade entre 2 e 4 anos e pesando entre 5 e 15 quilos. Cada cão participará de três grupos experimentais: administração perineural de ropivacaína 0,75% sobre os nervos supracitados (0,1mL/kg/nervo) e intramuscular de salina (0,2mL/kg) (GCON); administração perineural de dexmedetomidina diluída (1µg/mL) em ropivacaína 0,75% sobre os nervos supracitados (0,1mL/kg/nervo) e intramuscular de salina (0,2mL/kg) (GDPN); administração perineural de ropivacaína 0,75% sobre os nervos supracitados (0,1mL/kg/nervo) e intramuscular de dexmedetomidina diluída (1µg/mL) em salina (0,2mL/kg) (GDIM). Os bloqueios dos nervos serão realizados sob anestesia geral inalatória e guiados por ultrassonografia e neuroeletroestimulação. Posteriormente, será permitida a recuperação anestésica dos animais. As variáveis Frequência Cardíaca (FC), Frequência Respiratória (f), Pressão Arterial Sistólica (PAS), Temperatura Retal (TR), Atividade Motora (Amot) e Sensitiva (Asen) serão avaliadas antes da Indução Anestésica (MB), imediatamente após a recuperação anestésica (M0) e posteriormente a cada 15 minutos (M15, M30, M45...) até o término do bloqueio motor e sensitivo. Já as variáveis Pressão Parcial de Oxigênio Arterial (PaO2), Pressão Parcial de Dióxido de Carbono Arterial (PaCO2), pH sanguíneo, Saturação Arterial de Oxigênio (SaO2), bicarbonato (HCO3-), Déficit de Base (BE), Lactato Sanguíneo (LACT) e Glicemia (GLIC) serão avaliadas em MB, M0, 180 e 540 minutos após a recuperação anestésica. Após 24 e 72 horas a partir de M0, as variáveis Amot e Asen serão novamente aferidas para avaliação de potenciais déficits neurológicos do membro tratado. Os dados serão atestados quanto à sua distribuição normal pelo teste de Shapiro-Wilk. As variáveis com distribuição normal serão submetidas à Análise de Variância (ANOVA) com medidas repetidas, com posterior teste de Tukey. Já as variáveis sem distribuição normal serão submetidas ao teste de Friedman, seguido do teste de Student-Newman-Keuls. Diferenças entre tratamentos serão consideradas estatisticamente significativas quando p<0,05. (AU) | |
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