| Processo: | 14/13196-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Favaro Trombone Garlet |
| Beneficiário: | Mariana Silva Vieira Malange |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade do Sagrado Coração (USC). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anatomia patológica Hanseníase Inoculação Imunorregulação Histopatologia Imunopatogênese Modelo experimental Estudo comparativo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Baciloscopia | Hanseníase | nocautes de célula B | Patologia e Imunologia |
Resumo A Hanseníase é uma doença infecciosa crônica que afeta principalmente a pele e o sistema nervoso periférico e cujo agente etiológico é o Mycobacterium leprae. Este bacilo, obrigatoriamente intracelular, apresenta características peculiares tais como o tropismo pelas células de Schwann, além de macrófagos, e a condição ótima para a sua multiplicação ocorre entre 27ºC e 30ºC. Baseado nas características clínicas e histopatológicas, a hanseníase pode ser classificada em duas formas polares (tuberculóide e virchoviana), além das formas intermediárias e quadros reacionais. Neste contexto, a resposta imunológica tem um papel fundamental na determinação da patogênese da doença, uma vez que se observa a influência das subpopulações Th1 e Th2 na imunopatogênese da hanseníase, destacando-se o perfil Th1 no pólo tuberculóide e Th2 no pólo virchoviano. Adicionalmente, estudos recentes têm relatado a participação de outras subpopulações de células T na patogênese da hanseníase, tais como células T regulatórias e Th17. Em relação às subpopulações que podem estar envolvidas na imunoregulação de doenças infecciosas, recentemente, as células B têm ocupado um papel de destaque. Antigamente estas células eram vistas apenas como células produtoras de anticorpos, porém estudos recentes têm demonstrado que elas podem produzir citocinas, semelhantes às células T, o que permitiu a sua subdivisão em células B efetoras e células B regulatórias (Breg). Considerando a importância das células B na hanseníase, especialmente no pólo virchoviano (VV), uma vez que este pólo é caracterizado principalmente por uma resposta imune humoral, e diante das novas funções e subtipos destas células, este projeto tem por objetivo avaliar o papel das células B em modelo experimental de Hanseníase (conforme a técnica de Shepard), especificamente na resposta a inoculação de M. leprae avaliada pela multiplicação bacilar, assim como pelas características histopatológicas dos sítios de inoculação bacilar (coxim plantar), por meio da análise comparativa de camundongos selvagens (C57BL/6) e nocautes de células B.(AU) | |
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