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Correlação entre a variabilidade de rpoS e ppGpp com a virulência em linhagens de Escherichia coli produtora de toxinas Shiga (STEC)

Processo: 14/05350-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2014
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Beny Spira
Beneficiário:Ariel Eurides Stella
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Escherichia coli Shiga toxigênica

Resumo

As STEC são micro-organismos conhecidos por produzirem infecção de origem alimentar grave, principalmente em crianças e idosos. Dentre os alimentos implicados na transmissão do patógeno, os de origem animal são os mais importantes, pois os ruminantes são considerados os reservatórios deste agente. As populações de STEC presentes no trato gastrointestinal dos animais refletem uma heterogeneidade que é resultante da expressão de determinadas características genotípicas, que rotineiramente são influenciadas pelo estresse ambiental ao qual o micro-organismo esta exposto. O estudo da resposta bacteriana ao estresse é fundamental para entendermos melhor os fatores associados à presença e à veiculação dos patógenos pelos alimentos, pois este é um ambiente geralmente hostil (baixa temperatura, presença de conservantes, etc.) para o micro-organismo. Neste sentido, são objetivos deste estudo a caracterização de cepas STEC, oriundas do trato gastrintestinal de ovinos, quanto ao polimorfismo de genes associados à resposta geral a estresses e sua correlação com a virulência dos isolados. (AU)