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Isolamento e caracterização de uma célula progenitora endotelial obtida a partir de medula óssea de camundongos e análise de seu papel na trombose arterial e remodelamento vascular, observando a interferência de um glicosaminoglicano antitrombótico

Processo: 14/16814-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de setembro de 2014
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Cristina Pontes Vicente
Beneficiário:Andressa Raysa da Costa e Silva
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/23640-2 - Papel das células progenitoras endoteliais na trombose arterial e remodelamento vascular, observando a interferência do dermatan sulfato, um glicosaminoglicano antitrombótico, neste processo, AP.R
Assunto(s):Trombose   Aterosclerose   Glicosaminoglicanas

Resumo

As células progenitoras endoteliais foram descritas por Asahara et al.1, 1997 tendo sido isoladas a partir do sangue periférico. Estas células se originam da medula óssea e podem ser caracterizadas pela expressão dos marcadores como CD34, CD133, VEGFR2 e CD31, a internalização de acLDL (lipoproteína de baixa densidade acetilada) e formação de estruturas semelhantes a vasos em matrizes tridimensionais. Estas células podem ser mobilizadas da medula para o sangue periférico se alojando no local da lesão arterial se diferenciando em células endoteliais maduras e promovendo a re-endotelização do vaso lesionado, ou ainda secretando moléculas que promovam a proligeração e diferenciação de células endoteliais no local da lesão arterial. Contudo, estas células estão presentes na medula óssea e no sangue periférico em quantidade muito pequena, 0,1 e 0,01% do total de células, respectivamente. Em trabalhos anteriores de nosso grupo temos buscado isolar e caracterizar estas células a partir da medula óssea de camundongos a fim de estudar seu papel na aterosclerose e trombose. Os processos que levam a migração destas células para o local da lesão arterial e qual seu papel na resolução do trombo arterial e re-endotelização ainda não estão esclarecidos. Neste trabalho buscaremos utilizar uma população de células obtidas a partir da medula óssea e estimuladas in vitro a apresentarem características de CPE em modelos animais de trombose arterial verificando seu papel na resolução do trombo arterial, na reconstituição do endotélio lesionado e inibição da formação de neointima. Verificaremos também se glicosaminoglicanos antitrombóticos como o dermatam sulfato obtido de animais marinhos como a ascídia nigra e o condroitin sulfato fucosilado obtido de pepino do mar podem influenciar neste processo. (AU)