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Estruturas peptídicas auto-organizadas: preparação, caracterização e interação com sistemas modelos de membrana

Processo: 14/12567-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2014
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Física
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Osvaldo Novais de Oliveira Junior
Beneficiário:Bianca Sandrino
Instituição-sede: Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/14262-7 - Filmes nanoestruturados de materiais de interesse biológico, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):15/23903-1 - Complexo Peptidio-Nanoparticula: preparação, caracterização e atividade antitumoral, BE.EP.PD
Assunto(s):Peptídeos   Monocamadas de Langmuir   Membranas (biologia)   Doenças neurodegenerativas   Doença de Alzheimer   Doença de Huntington   Encefalopatia espongiforme

Resumo

O projeto visa à investigação da interação de peptídeos que podem se auto-organizar com sistemas miméticos de membranas biológicas. Dentre os peptídeos que se auto-organizam, duas classes foram selecionadas devido à sua grande relevância: nanotubos peptídicos e peptídeos envolvidos na formação de agregados relacionados a doenças neurodegenerativas. Nanotubos de peptídeos são formados a partir da auto-organização de uma estrutura peptídica cíclica, resultando em um complexo com estrutura tubular. Podem se incorporar na membrana, gerando canais iônicos. Pretende-se avaliar a formação e incorporação destes poros utilizando sistemas modelo de biomembranas. Já a outra classe de peptídeos abordada nesta proposta compreende aqueles que se agregam formando placas neuríticas ou filamentos, e que são relacionados a patologias neurodegenerativas. Nesta proposta será avaliada a formação de agregados importantes para três patologias: mal de Alzheimer, encefalopatia espongiforme (mal da "vaca louca") e mal de Huntington. Objetiva-se avaliar o efeito da interação com a membrana na formação destas estruturas. Para tal, serão sintetizados peptídeos que correspondam às regiões passíveis de agregação das proteínas Ab-amilóide, príon e huntingtina, relacionadas às patologias citadas, respectivamente. Além de abordar aspectos fundamentais da interação entre os peptídeos e modelos de biomembrana, pretendemos gerar conhecimento para uso tecnológico, pois a elucidação desses mecanismos é crucial para a produção de fármacos que atuem sobre essas patologias. (AU)

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