| Processo: | 14/17868-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia |
| Pesquisador responsável: | Giuseppina Pace Pereira Lima |
| Beneficiário: | Ana Paula Costa Rodrigues Ferraz |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Plantas medicinais Pós-colheita Poliaminas Solanum Tratamento térmico Delineamento experimental Análise de variância Técnicas microbiológicas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | armazenamento | Compostos Antioxidantes | frutos | Poliaminas | Pós-colheita |
Resumo Solanum paniculatum L. pertencente à família Solanaceae e é popularmente conhecida como jurubeba, uma planta medicinal comumente encontrada em quase todo o território brasileiro. Entretanto, ainda existem informações inconsistentes sobre os seus potenciais antioxidantes e nutricionais na composição dos frutos após colheita e processamento térmico. O clima, solo, modo de cultivo podem afetar a qualidade dos vegetais, principalmente, quando se analisa a sua composição química relacionada com o potencial antioxidante. Outros fatores podem alterar os compostos bioativos, como o processamento térmico e o tempo de conservação. A jurubeba é geralmente consumida como conserva, entretanto, estudos sobre a composição nutricional e dos possíveis bioativos presentes nestes frutos são escassos. Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar se o local do cultivo e/ou processamento térmico e método de conservação influenciam nos níveis de alguns compostos denominados antioxidantes, como poliaminas, compostos fenólicos, carotenóides, de frutos de Solanum paniculatum L. Além dessas análises dos níveis de carboidratos totais, lipídeos totais e proteínas totais, assim como, análises microbiológicas das conservas. Serão coletados frutos da jurubeba do Estado de São Paulo, Mato Grosso e Minas Gerais e serão submetidos ao processamento térmico. Após análises bioquímicas antes e logo após o processamento, os frutos em conserva serão avaliados por 90 dias, com intervalos de 30 dias, para verificar o seu tempo de prateleira. O experimento será conduzido em delineamento inteiramente casualizado em parcela subdividida no tempo, 4 x 2 + 2 com quatro repetições, três locais de coleta, mais duas testemunhas adicionais. Os dados serão submetidos à análise de variância pelo teste de Fisher-Snedecor e as médias serão comparadas pelo teste de Tukey a 5 % de probabilidade. | |
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