| Processo: | 14/17781-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 16 de março de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Agrometeorologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Paulo Cesar Sentelhas |
| Beneficiário: | Fernando Dill Hinnah |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/04773-2 - Sistema de alerta antecipado para a ferrugem do cafeeiro com base no El Niño Oscilação Sul (ENOS), BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Café Cercosporiose Doenças de plantas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | café | Cercospora coffeicola | Hemileia vastatrix | Phoma tarda | Sistemas de Previsão de Doenças |
Resumo O cultivo do cafeeiro é de grande importância para o país, sendo uma commodity impactante na balança comercial. Nos estados de São Paulo e Minas Gerais é uma das principais culturas agrícolas, de relevância histórica. Diversos fatores influenciam a produtividade, o custo de produção e a qualidade da bebida. Dentre esses, a ocorrência de doenças, como a ferrugem, a cercospora e phoma, é um dos mais importantes, prejudicando a safra de dois anos, devido a bienalidade fenológica da cultura. Uma ferramenta essencial no manejo dessas doenças é o controle químico, que deve ser utilizado com critério. A aplicação baseada em sistema calendarizado é a mais usual, geralmente não levando em conta a influência do clima como fator desencadeador de uma epidemia. Assim, o desenvolvimento de um sistema de alerta, que permita a racionalização do manejo das doenças, é de grande valia, sendo este o objetivo deste trabalho. Para o desenvolvimento dos sistemas de alerta fitossanitário para as principais doenças do cafeeiro, diversas etapas deverão ser realizadas: a) analisar a epidemiologia das doenças do cafeeiro; b) obter relações entre a epidemiologia das doenças e os fatores climáticos envolvidos no seu desenvolvimento; c) desenvolver sistemas de alerta, de modo a racionalizar o controle químico dessas; d) testar os sistemas de alerta propostos em experimentos de campo; e) gerar índices de risco climático para as doenças do cafeeiro, com base nos sistemas de alerta propostos e nas séries históricas do clima das regiões produtoras de SP e MG; f) elaborar, com base nesse índice de risco, o zoneamento da favorabilidade climática para essas doenças, permitindo o planejamento da instalação de lavouras e das estratégias de controle dessas doenças, para as regiões produtoras de SP e MG. Serão realizados os procedimentos para cálculo da taxa de progresso das doenças, de maneira que permita a visualização das suas características. Com os dados epidemiológicos de três locais, com 4 a 16 anos de observações da incidência das doenças, serão obtidas as relações com diversas variáveis meteorológicas, visando conhecer quais possuem maior correlação, através da utilização de matrizes de correlação. Nessas matrizes serão relacionadas às variáveis meteorológicas em diferentes períodos de tempo, visualizando quando e quais delas são determinantes das doenças. Posteriormente um sistema de alerta será gerado, e utilizado em dois experimentos para sua aplicação e teste. A partir disso, mapas de risco climático serão elaborados, possibilitando a visualização das regiões com diferentes níveis de favorabilidade para as doenças do cafeeiro, em questão. | |
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