Busca avançada
Ano de início
Entree

Características foliares associadas à tolerância hídrica em um gradiente de perturbação antrópica da Mata Atlântica

Processo: 14/26160-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2015
Vigência (Término): 30 de abril de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal
Pesquisador responsável:Marcos Pereira Marinho Aidar
Beneficiário:Vitor Hugo Melo de Almeida
Instituição-sede: Instituto de Botânica. Secretaria do Meio Ambiente (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/51872-5 - ECOFOR: Biodiversidade e funcionamento de ecossistemas em áreas alteradas pelo homem nas Florestas Amazônica e Atlântica, AP.BTA.TEM
Assunto(s):Ecofisiologia vegetal   Consumo de água

Resumo

As florestas tropicais modificadas pelo homem apresentam modificações como perda de habitat e de biodiversidade, fragmentação e estão ameaçadas por uma perspectiva de mudanças climáticas, que afetam diretamente o ciclo hidrológico, sendo a disponibilidade de água um dos fatores mais importantes na estrutura e funcionamento de um ecossistema. A Mata Atlântica (MA) é um dos maiores hotspots de biodiversidade do mundo e pelo expressivo histórico de uso, sua formação é um mosaico de plantios de monoculturas exóticas, florestas secundárias, florestas primárias e muitos pequenos fragmentos, tornando-se uma das florestas mais ameaçadas pelo homem do mundo. Os grupos funcionais ao longo de gradientes ambientais são componentes fundamentais no estabelecimento das florestas em diferentes níveis de perturbação. Entretanto, uma abordagem preditiva, baseada nas características funcionais associadas à estrutura foliar e tolerância hídrica, que viabilizam as plantas a se estabelecerem e resistirem diferentes níveis de perturbação, como a seca, ainda são pouco estudadas. Dessa forma, visa-se estabelecer uma relação entre parâmetros de curvas Pressão-Volume (ponto de perda de turgor e conteúdo relativo de água correspondente, módulo de elasticidade e potencial osmótico na hidratação máxima), importantes indicadores de tolerância à seca e características estruturais da folha (massa foliar específica, densidade e espessura foliar, em um gradiente de perturbação antrópica da Mata Atlântica. Para isso, serão usadas espécies que compõem 70% da área basal das parcelas permanentes (parcela K, T e fragmentos) do Projeto Temático Biota/FAPESP intitulado "ECOFOR: Biodiversidade e funcionamento de ecossistemas em áreasalteradas pelo homem nas Florestas Amazônica e Atlântica"(12/51872-5).