| Processo: | 15/23783-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Julia Maria Matera |
| Beneficiário: | Leila Cristina Alves dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Oncologia veterinária Neoplasias de tecidos moles Sarcoma Cirurgia Temperatura Cães Termografia Processos patológicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cão | Oncologia Veterinária | Sarcoma de Tecidos Moles | termografia | Cirurgia |
Resumo Sarcomas de tecidos moles (STM) são tumores comuns em animais de companhia e representam um desafio terapêutico e diagnóstico para a prática veterinária. Os STM são definidos como tumores malignos de tecidos extra esqueléticos não epiteliais e incluem tumores de gordura, músculo e tecido conjuntivo, e constituem 15% de todos os tumores de pele e subcutâneo no cão. Como os tecidos moles são estimados em constituir 40% do peso corpóreo, não é surpreendente que originem tumores com regularidade e em qualquer sítio anatômico do corpo. Os STM são localmente agressivos e geralmente têm um baixo risco de desenvolver metástase. O tratamento de primeira escolha para STM canino cutâneo e subcutâneo é a excisão cirúrgica e, em geral, o manejo dos STM recorrentes é mais difícil do que o de tumores primários, o que enfatiza a necessidade de uma abordagem inicial agressiva. Desde o início da multiplicação das células neoplásicas é possivel observar alterações de temperatura que podem ser identificadas através da imagem infravermelha e o meio mais eficiente para o estudo da distribuição dessa temperatura, atualmente, é a termometria cutânea por imagem infravermelha. Termografia infravermelha é um método não-invasivo, e sem contato, que registra variações espaciais na temperatura da pele, através da mensuração da radiação infravermelha emitida pela superfície do corpo, com o objetivo de determinar processos patológicos. No caso do câncer, o uso da termografia encontra-se na detecção de calor gerado tanto pela atividade metabólica da proliferação de células tumorais, quanto pelo aumento no suprimento sanguíneo e angiogênese, que sustentam o crescimento do tumor. Esse processo resulta em aumento da temperatura cutânea acima do tumor em desenvolvimento. Dessa forma, a detecção desses focos e gradientes infravermelhos pode ajudar a identificar e diagnosticar malignidade. Este estudo tem como objetivo avaliar e classificar a temperatura na região tumoral dos sarcomas de tecidos moles nos cães selecionados, bem como diferenciar as temperaturas entre os tumores com os mais variados graus de evolução dos diferentes pacientes. Com isto, pretende-se correlacionar estes dados com a evolução tumoral e a sobrevida destes animais, utilizando a análise termográfica como um adjuvante na determinação do prognóstico. | |
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