| Processo: | 15/26528-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Letras - Literaturas Estrangeiras Modernas |
| Pesquisador responsável: | Andressa Cristina de Oliveira |
| Beneficiário: | Carla Alexandra Ezarqui |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Letras (FCL). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Literatura estrangeira Romance Narrador Realidade Teoria crítica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | F | introspecção | Mauriac | narrador | narrativa francesa | Real | Realidade | Teoria e crítica da narrativa |
Resumo Neste trabalho, pretende-se analisar em que medida o narrador onisciente da obra La fin de la nuit interfere no julgamento das atitudes e pensamentos da personagem, por meio da introspeção narrativa, tendo em vista que se trata de um romance que articula a profundidade das personagens à forma clássica do romance. Por meio da investigação dos elementos narrativos, sob a luz da teoria do discurso da narrativa, pretende-se, com este trabalho, em um primeiro momento, analisar a relação entre a voz da personagem principal - Thérèse - e aquela do narrador, para, em seguida, apontar de que maneira a última atua sobre a primeira. Um dos impulsionadores para a realização desta pesquisareside no fato de Mauriac explorar o universo de personagens "mal-aimés" e amorais, expondo, a partir de uma perspectiva realista, o interior desses "seres-monstros", de forma que, se por um lado essa defesa do "mal" provoca uma reação de aversão, de outro, a "cumplicidade" estabelecida entre narrador e personagem assegura a compreensão pelo leitor dessas personagens complexas, porque ambíguas, de modo a motivar um sentimento de empatia. A moral em La fin de la nuit, ao passo que se configura como um objeto de contestação para o autor, funde-se enquanto ato de criação pelo narrador. A articulação entre o real e a realidade é o que determina a profundidade com que Mauriac expõe a alma humana por meio de seus narradores, de personagens intencionalmente desajustadas. | |
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