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Interação da toxina Cry1Ac de Bacillus thurigiensis às microvilosidades apicais das células colunares (BBMVs) do intestino médio de diferentes ínstares larvais de Helicoverpa armigera (Lepidoptera: Noctuidae)

Processo: 15/24330-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2016
Vigência (Término): 31 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Ricardo Antonio Polanczyk
Beneficiário:Igor Henrique Sena da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):16/21464-3 - Interação da toxina Cry1Ac de Bacillus thurigiensis às microvilosidades apicais das células colunares (BBMVs) do intestino médio de diferentes instares larvais de Helicoverpa armigera (Lepidoptera:Noctuidae), BE.EP.MS
Assunto(s):Entomologia   Biologia molecular   Helicoverpa armigera   Controle de pragas

Resumo

Helicoverpa armigera é uma das mais importantes espécies praga brasileiras, pois ataca várias culturas economicamente importantes chegando a causar perdas de mais de 2 bilhões de dólares anuais. Devido à intensa utilização de inseticidas químicos para o controle desta praga, populações tem desenvolvido resistência a vários inseticidas químicos, sendo esta espécie a que apresenta maior número de relatos de resistência a inseticidas no mundo. Desta forma, é necessário a utilização de outras formas de controle, como por exemplo, o controle microbiano com o uso da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt), que além da sua eficiência e baixa pressão de seleção que reduz a possibilidade de resistência, preserva o meio ambiente a não afeta os inimigos naturais. Esta bactéria tem sido utilizada em vários países no controle desta praga, seja na forma de bioinseticidas ou na forma de planta transgênica. Dentre as toxinas altamente toxicas para H. armigera, Cry1Ac se destaca com uma das mais virulentas para este inseto. No entanto, há vários relatos de diferenças na suscetibilidade de H. armigera a toxina Cry1Ac em seus diferentes instares larvais. Esta variação na susceptibilidade a toxina Cry1Ac pode estar relacionada a modificações na interação da toxina aos receptores de membrana presentes nas microvilosidades apicais das células colunares (BBMVs) do intestino médio, com a capacidade de ligação da toxina Cry aos receptores (reversibilidade da ligação) ou a expressão destes receptores na membrana. Desta forma, os objetivos deste projeto são avaliar a toxicidade da toxina Cry1Ac em diferentes instares de H. armigera, correlacionar a susceptibilidade do inseto com a capacidade de ligação da toxina às suas BBMVs e identificar e quantificar os receptores funcionais para Cry1Ac em diferentes instares desta praga. (AU)