| Processo: | 16/06866-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Hussam El Dine Zaher |
| Beneficiário: | Roberta Graboski Mendes |
| Supervisor: | Dennis Everette Slice |
| Instituição Sede: | Museu de Zoologia (MZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Florida State University, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 12/24755-8 - Análise filogenética e evolução das formas da cabeça de Amphisbaenia (Reptilia, Squamata), BP.DR |
| Assunto(s): | Geomorfometria Squamata Amphisbaenia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amphisbaenia | morfometria geométrica | Morfometria Geométrica |
Resumo A ordem Squamata é composta por répteis (Serpentes, "Lagartos", Anfisbaenas e Mosassauros) que apresentam uma grande diversidade de espécies e de formas. Dentre os Squamata, a subordem Amphisbaenia é composta por organismos que apresentam diversas modificações morfológicas adaptadas para hábitos fossoriais. Atualmente, Amphisbaenia possui 194 espécies descritas que são divididas em seis famílias (Amphisbaenidae, Blanidae, Bipedidae, Cadeidae, Rhineuridae e Trogonophidae) que possuem ampla distribuição, ocorrendo na região Neotropical, África subsaariana, partes da região do Mediterrâneo, Baixa Califórnia e Flórida. Apesar do progresso do conhecimento acerca do grupo, o posicionamento filogenético de Amphisbaenia dentro de Squamata, bem como as relações entre as famílias e gêneros ainda permanecem incertos. Muitos trabalhos atribuem as dificuldades para compreensão da origem e evolução das Amphisbaenia à convergência de diversos caracteres morfológicos, como as diferentes formas da cabeça presentes neste grupo. Sendo assim, este projeto visa investigar e contribuir para preencher algumas destas lacunas sobre o conhecimento do grupo. Este projeto tem como objetivo quantificar as diferenças e categorizar objetivamente as formas de cabeça dentro Amphisbaenia utilizando técnicas de morfometria geométrica. Para entender o processo evolutivo subjacente que moldou a forma da cabeça neste grupo, e para testar especificamente se essas formas apresentam correlação com a filogenia ou representar convergências morfológicas, vamos usar métodos filogenéticos comparativos. Além disso, também iremos avaliar os diferentes complexos morfofuncionais usando análise de componentes principais dos dados de métricos e geométricos. (AU) | |
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