| Processo: | 15/25316-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Tadeu de Siqueira Barros |
| Beneficiário: | Larissa Sayuri Moreira Sugai |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/15772-0 - A dimensão acústica das comunidades biológicas: Processos estruturantes Evolutivos e Ecológicos, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Ecologia de comunidades |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adaptação acústica | Ecologia de Comunidades | nicho acústico | Redes de comunicação acústica | Ecologia de Comunidades |
Resumo Sinais acústicos mediam interações entre os emissores e seus receptores. Quando a sinalização acústica ocorre imersa em um fundo sonoro composto por ruídos de múltiplas origens, efeitos deletérios para o fitness das espécies podem decorrer de interferência e confusão de sinais acústicos. A vocalização das espécies está envolvida em interações competitivas e no sucesso reprodutivo, e o fundo sonoro pode atuar como uma pressão seletiva, de forma que deslocamento de caracteres nos parâmetros do sinal acústico podem ocorrer. Dessa forma, as espécies podem particionar o espaço acústico, no domínio da frequência e tempo, para evitar sobreposição de sinais. Da mesma maneira, a estrutura do ambiente pode operar como filtro na propagação do sinal acústico. No entanto, contrário à consideração do espaço acústico como um recurso sujeito à competição, os sinais acústicos podem mediar outras interações entre as espécies em redes de comunicação, especialmente entre espécies ecologicamente similares. Neste projeto, nós propomos usar comunidades de anuros do Pantanal para investigar três possíveis processos que podem gerar diferenças acústicas das comunidades: partição do espaço acústico, adaptação acústica ao ambiente e interações entre espécies em redes de comunicação. Nós prevemos três possíveis cenários para a estrutura acústica e a proximidade filogenética da comunidade: i) partição do espaço acústico leva a uma alta variabilidade acústica e baixa proximidade de parentesco entre as espécies; ii) adaptação acústico ao ambiente leva a uma baixa variabilidade acústica e nenhuma estrutura esperada de parentesco entre as espécies; e iii) interações das espécies em redes de comunicação levam a uma baixa variabilidade acústica e alta proximidade de parentesco entre as espécies. Para entender se diferenças acústicas são importantes para mecanismos de montagem de comunidades, nós investigaremos o papel das diferenças acústicas e da estrutura do habitat em determinar a variação da composição das espécies em um arcabouço determinístico. Esta abordagem na escala de comunidade pode revelar se o espaço acústico observado é resultado de competição, e o quanto da montagem da comunidade é condicionada por diferenças acústicas entre as espécies. | |
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