| Processo: | 15/21378-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Benedito Corrêa |
| Beneficiário: | Sabina Moser Tralamazza |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/16045-0 - Investigação do polimorfismo do Complexo de Espécies Fusarium graminearum durante a infecção de coleóptilos do trigo utilizando análises amplas de transcriptomas., BE.EP.PD 17/22369-7 - Montagem e análise genômica do Complexo de espécies Fusarium graminearum isolados de trigo brasileiro, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Fungos Micotoxinas Tricotecenos Fusarium Trigo Espectroscopia de luz próxima ao infravermelho |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | espectroscopia de infravermelho | fungos | Fusarium | tricotecenos | fungos, taxonomia, micotoxinas |
Resumo O complexo de espécies Fusarium graminearum (CEFG) estão entre as principais espécies fúngicas responsáveis por infecções em trigo e cevada. Esses fungos geram grande perda de produção devido à podridão das plantas e grãos, e também devido à presença de micotoxinas, compostos nocivos à saúde humana e animal. Atualmente, micotoxinas são um problema de saúde pública e geram anualmente perdas bilionárias a indústria. Todas as espécies do CEFG são capazes de produzir micotoxinas nos cereais, principalmente as toxinas do grupo tricotecenos. Os tricotecenos são sesquiterpenos capazes de causar vômitos, desnutrição, perda de peso e até levar a morte. Devido seu efeito deletério é essencial estudar o comportamento patogênico dos agentes produtores desses compostos. A toxina produzida varia com a espécie de patógeno, ou seja, cada isolado fúngico possui um perfil toxigênico próprio. Hoje, as análises de identificação taxonômica e perfil toxigênicos são realizados principalmente por métodos moleculares e análises cromatográficas, respectivamente. Mesmo eficientes, normalmente são técnicas dispendiosas e que exigem alto nível técnico. Assim, nosso objetivo é desenvolver um método alternativo, que seja rápido e de baixo custo através do uso de espectroscopia de infravermelho - técnica que se caracteriza pelo uso de um feixe de luz infravermelho que incide sobre a matéria de interesse, no caso, isolados fúngicos, e que, pela diferença de luz que é transmitido e absorvido pela matéria gera uma identidade única, como uma impressão digital do isolado - para identificar as espécies do CEFG patogênicas do trigo e seus perfis toxigênicos. Com o desenvolvimento de uma metodologia eficiente e precisa, as análises toxigênicas e taxonômicas poderão ser realizadas de maneira mais rápida, barata e futuramente substituir as técnicas tradicionais. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |