| Processo: | 16/22528-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial |
| Pesquisador responsável: | Emanuela Prado Ferraz |
| Beneficiário: | Ingrid Wenzel Tosin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Reabsorção óssea Engenharia tecidual Osteoclastos Biomateriais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arcabouço | Biosilicato | Engenharia de Tecidos | osteoclasto | Reabsorção ossea | Cirurgia Buco-Maxilo-Facial |
Resumo Estratégias envolvendo engenharia de tecidos como terapia para o tratamento de defeitos ósseos produzidos por trauma, processo infeccioso ou patológico são de grande interesse nas áreas de cirurgia buco-maxilo-facial e ortopedia. Dentre os biomateriais disponíveis para serem utilizados como arcabouços, as vitrocerâmicas surgem como um material promissor por suas características mecânicas e de biocompatibilidade. Resultados prévios evidenciaram que o Biosilicato® com duas fases cristalinas (BioS-2P) é um material com características osteoindutoras, capaz de aumentar a diferenciação osteoblástica, além de conduzir a neoformação óssea quando implantado em defeitos criados em calotas de ratos, sugerindo que esse biomaterial pode ser adequado para o uso em engenharia de tecido ósseo. Contudo, o processo de remodelação óssea envolve ações sinérgica e controlada dos processos de neoformação e reabsorção, modulados por mecanismos locais e sistêmicos, e com a participação de outros tipos celulares além dos osteoblastos. A literatura tem poucos estudos que abordam o processo de reabsorção no contexto da engenharia de tecidos e não existem dados sobre o efeito do BioS-2P sobre a diferenciação e atividade dos osteoclastos. Assim, o objetivo do nosso estudo é avaliar a diferenciação e atividade osteoclástica no tecido ósseo neoformado em arcabouços de BioS-2P implantados em defeitos de calotas de ratos. Para isso, defeitos ósseos serão criados em calotas de ratos e implantados com arcabouços de BioS-2P por 2 e 4 semanas; como controle será o utilizado o osso neoformado no defeito não tratado. As amostras serão submetidas às análises de expressão gênica e histológica. A diferenciação e atividade osteoclástica serão avaliadas pela expressão de genes marcadores de osteoclastos: receptor ativador do fator nuclear kapa B (RANK), metaloproteinase 9 (MMP9), metaloproteinase 13 (MMP13), catepsina K (CTSK), colágeno 10a1 (COL10a1) e fosfatase ácida resistente ao tártaro (TRAP); ainda o ligante do receptor ativador do fator nuclear kapa (RANKL) e osteoprotegerina (OPG) marcadores expressos por osteoblastos; e a atividade osteoclástica também será evidenciada pela marcação da TRAP no tecido ósseo neoformado. (AU) | |
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