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Evolução tectono-metamórfica do Terreno Embu e relações com Terrenos Adjacentes no Cinturão Ribeira Meridional (SP)

Processo: 15/26645-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2016
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Frederico Meira Faleiros
Beneficiário:Dina Isabel Guerreiro Cabrita
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/10457-4 - Datação por isótopos acoplada a características de elementos traços em minerais ígneos e metamórficos do território Embu e suas implicações para a reconstrução da evolução tectônica do Cinturão Ribeira, BE.EP.DR   18/21824-5 - Regimes de deformação e tramas cristalográficas em zonas de cisalhamento transcorrentes rúpteis a rúpteis-dúcteis de grande escala: o sistema de cisalhamento Lancinha-Cubatão, Faixa Ribeira, Brasil, BE.EP.DR
Assunto(s):Geotectônica   Evolução tectônica

Resumo

O Terreno Embu se insere nas porções central e meridional do Cinturão Ribeira, neste último caso em conjunto com os Terrenos Apiaí, Curitiba e Paranaguá. Este é composto por uma associação de rochas metassedimentares de fácies anfibolito inferior a superior, com intercalações concordantes de rochas calcissilicáticas, metaultramáficas, metamáficas e quartzito. Este terreno é uma das peças-chave no entendimento da evolução geotectônica do Cinturão Ribeira, sobre o qual existem atualmente dois modelos geotectônicos antagônicos. Um dos modelos coloca o Cinturão Ribeia como um orógeno colisional, enquanto o outro como um orógeno intracontinental. Este projeto tem como objetivo quantificar os processos metamórficos registrados no Terreno Embu, principalmente na sua porção oeste, para complementar dados já existentes e confrontar esses dois modelos de evolução geotectônica. Complementarmente irá ser estudado o seu limite sudeste com os Terrenos adjacentes (Terreno Apiaí, Costeiro e Curitiba), dado pela Megafalha de Cutabatão, a maior estrutura de todo o Cinturão Ribeira. O papel geotectônico da Falha de Cubatão também é alvo de interpretações controversas, tendo sindo interpretado como uma zona de sutura ou uma zona tardia de escape lateral. Os objetivos do projeto deverão ser atingidos utilizando-se os seguintes métodos: trabalhos de campo em escala regional e de detalhe, petrografia, geotermobarometria, análise microestrutural, tramas cristalográficas e geocronologia por métodos isotópicos.