| Processo: | 16/23919-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Lucas Tadeu Bidinotto |
| Beneficiário: | Bruno Bertozi Brunhara |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências da Saúde de Barretos Dr Paulo Prata (FACISB). Barretos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Astrocitoma Glioma Imuno-histoquímica Oncologia Prognóstico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | análise in silico | astrocitoma pilocítico | glioma | imunohistoquimica | Oncologia |
Resumo Dentre os principais subtipos de gliomas, os astrocitomas pilocíticos (grau I pela Organização Mundial da Saúde) afetam principalmente crianças e, em geral, possuem natureza bem delimitada e são indolentes. No entanto, estima-se que até 20% dos pacientes tem a possibilidade de apresentar um mau prognóstico, recorrência, crescimento de lesões que não foram totalmente ressectadas, disseminação pelo fluido cerebroespinal e óbito. Em 2016, nosso grupo de pesquisa encontrou perda cromossômica na região 9q34.3 em astrocitomas pilocíticos diagnosticados em idade mais avançada (18 e 23 anos) ou possuíam a mutação -146:G>A em TERT. De fato, ao contrário das crianças (que tem uma taxa de sobrevida de 90% em 5 anos), os adultos possuem aproximadamente 50%. Portanto, a perda desta região pode estar relacionada com pior prognóstico dos pacientes. Sendo assim, objetivo geral do presente projeto é avaliar o potencial prognóstico dos genes presentes em 9q34.3 em astrocitomas pilocíticos. Para isso, será feita análise in silico de todos os genes presentes em 9p34.3 para seleção daquele que possuir maior probabilidade de estar envolvido na gênese desse tipo tumoral (baseado em função e sobrevida, em bancos de dados do Oncomine e TCGA). O gene selecionado será, então, avaliado através de imunohistoquímica em tissue microarray de astrocitomas pilocíticos. O padrão de expressão será correlacionado com os dados clinicopatológicos dos pacientes. Espera-se encontrar genes que estejam eventualmente correlacionados com um pior prognóstico deste tipo tumoral. (AU) | |
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