| Processo: | 16/16649-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Daniel Youssef Bargieri |
| Beneficiário: | Xiomara Alexandra Gaitán |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/13119-6 - Biologia celular e genética molecular de hemoparasitas, AP.JP |
| Assunto(s): | Vacinas Desenvolvimento de vacinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | berghei | Bloqueio de Transmissão | Mtrap | P | proteína recombinante | Vacina | Desenvolvimento de vacinas |
Resumo A malária é uma doença que pode ser diagnosticada e tratada. Mesmo assim, a doença é responsável por milhares de mortes anualmente, e bilhões de pessoas vivem em áreas de risco de transmissão. A maioria dos casos de malária no mundo são causados por duas espécies de Plasmodium, P. falciparum e P. vivax. A eliminação da malária é uma necessidade urgente, já que parasitas resistentes as drogas utilizadas para tratamento estão reaparecendo. É um consenso geral na comunidade científica que a eliminação necessitará de novas estratégias de controle, como uma vacina eficiente.O desenvolvimento de vacina contra a malária é um dos maiores desafios biomédicos. O pouco conhecimento que temos sobre os genes essenciais e sua função durante o ciclo do parasita, aliado à presença de altos níveis de polimorfismo e à capacidade de adaptação do parasita, contribuem para a dificuldade de se desenvolver uma vacina. Poucos antígenos de Plasmodium entraram em testes clínicos de vacinas, e apenas um chegou a testes clínicos de fase III.A malária é uma doença que pode ser diagnosticada e tratada. Mesmo assim, a doença é responsável por milhares de mortes anualmente, e bilhões de pessoas vivem em áreas de risco de transmissão. A maioria dos casos de malária no mundo são causados por duas espécies de Plasmodium, P. falciparum e P. vivax. A eliminação da malária é uma necessidade urgente, já que parasitas resistentes as drogas utilizadas para tratamento estão reaparecendo. É um consenso geral na comunidade científica que a eliminação necessitará de novas estratégias de controle, como uma vacina eficiente.O desenvolvimento de vacina contra a malária é um dos maiores desafios biomédicos. O pouco conhecimento que temos sobre os genes essenciais e sua função durante o ciclo do parasita, aliado à presença de altos níveis de polimorfismo e à capacidade de adaptação do parasita, contribuem para a dificuldade de se desenvolver uma vacina. Poucos antígenos de Plasmodium entraram em testes clínicos de vacinas, e apenas um chegou a testes clínicos de fase III.Recentemente, nós identificamos um novo antígeno de Plasmodium, MTRAP, com função essencial na transmissão do parasita do hospedeiro mamífero ao mosquito vetor. Proteínas parasitárias que tem função nesta fase do ciclo de vida do parasita são menos polimórficas, pois sofrem menos pressão seletiva pelo sistema imunológico do hospedeiro mamífero. Estes antígenos podem ser alvos de vacinas de bloqueio de transmissão.O objetivo deste projeto é estudar as propriedades imunológicas da MTRAP usando o modelo de malária de roedores, P. berghei, incluindo imunogenicidade em modelos animais e capacidade de anticorpos anti-MTRAP de bloquear a transmissão do parasita. (AU) | |
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