| Processo: | 17/02074-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 10 de dezembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 09 de junho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Filosofia |
| Pesquisador responsável: | João Vergílio Gallerani Cuter |
| Beneficiário: | Raquel Albieri Krempel |
| Supervisor: | Peter Carruthers |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Maryland, College Park, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 14/15037-0 - A relação entre pensamento e linguagem a partir de Jerry Fodor, BP.DR |
| Assunto(s): | Pensamento Linguagem |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | conceitos | Fodor | Linguagem | linguagem do pensamento | pensamento | Filosofia da mente |
Resumo O objetivo central de minha pesquisa doutorado é apresentar e discutir diversos aspectos da hipótese da linguagem do pensamento, tal como formulada por Jerry Fodor. Fodor entende a linguagem do pensamento como sendo um sistema de representações mentais que, tais como sentenças de línguas naturais, têm estrutura sintática constituinte e semântica composicional. Essa hipótese permite explicar a produtividade e a sistematicidade do pensamento, e é pressuposta por diversas teorias que tratam processos mentais como processos computacionais. Seus adeptos normalmente argumentam que a linguagem do pensamento não pode ser idêntica a nenhuma língua natural. Um dos objetivos específicos desta pesquisa no exterior será investigar e avaliar os argumentos apresentados para essa ideia, e suas implicações. Em especial, pretendo investigar se a ideia de que o veículo do pensamento não pode ser uma língua natural implica que línguas naturais não desempenham qualquer papel no pensamento. Parte da pesquisa envolverá o estudo de uma visão formulada por Peter Carruthers, segundo a qual línguas naturais desempenham um papel no pensamento consciente. Também pretendo estudar e avaliar a visão de Fodor segundo a qual a única propriedade semântica dos conceitos é a referência, bem como a sua ideia de que a maioria dos itens lexicais expressam conceitos primitivos. Espero poder determinar se Fodor pode aceitar essas duas visões, juntamente com a sua ideia de que a semântica do pensamento é anterior à semântica das línguas naturais, se reconhecer o que parece ser um fato incontroverso: que línguas naturais diferentes têm maneiras diferentes de categorizar certos eventos e objetos, como por exemplo cores. (AU) | |
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