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Sellars e a desconstrução do conceito de mente

Processo: 09/17862-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2010
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Bento Prado de Almeida Ferraz Neto
Beneficiário:Marcelo Masson Maroldi
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Filosofia da mente   Ludwig Wittgenstein   Mente

Resumo

Segundo a concepção filosófica tradicional, a mente é uma entidade independente do corpo e que funciona como um espelho, refletindo o mundo externo através de representações que podem ser estudadas diretamente por métodos não empíricos. Contudo, esta imagem, comum a pensadores como Descartes e Locke, tem sido gradualmente apagada nas últimas décadas, e entre seus opositores encontram-se autores como Ryle, Wittgenstein e Sellars. Este último, em sua obra Empirismo e Filosofia da Mente, desfaz o conceito clássico de mente sugerindo uma relação íntima entre linguagem pública e eventos internos: a linguagem não é o veículo do pensamento e o mental não é um conceito privado. Esta reformulação teve implicações profundas nas pesquisas contemporâneas sobre linguagem e mente, sobretudo na filosofia analítica. Esta pesquisa visa investigar a reconceituação do mental a partir de Sellars e analisar suas teses sobre pensamento, linguagem e comportamento

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