| Processo: | 17/02889-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Paulo Henrique Braz da Silva |
| Beneficiário: | Lais Magda Araujo Ferracini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leucoplasia Infecções por Papillomavirus Neoplasias bucais Neoplasias orofaríngeas Tolerância imunológica Resposta imune Oncologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | carcinoma de boca | Carcinoma de orofaringe | hpv | Imunotolerância | Leucoplasia | Oncologia |
Resumo O estudo do microambiente tumoral é extremamente importante para a compreensão da resposta imunológica dos indivíduos frente às células neoplásicas. Imunotolerância é um mecanismo fisiológico pelo qual o sistema imunológico se auto-regula, através da inibição da resposta celular efetora, dificultando assim o desencadeamento da resposta imune. Este mecanismo atua inibindo o desenvolvimento de doenças auto-imunes, controlando e modulando inflamações crônicas. Desempenham um papel central neste contexto células dendríticas imaturas, linfócitos T reguladores e inúmeras citocinas e quimiocinas imunossupressoras, tais como, IL-10 e MIP3 alpha. Porém, sabe-se que algumas neoplasias, especialmente as que apresentem um possível fator etiológico viral envolvido, são capazes de induzir ao redor de si um ambiente imunotolerante, inibindo assim a resposta imunológica efetiva evitando o reconhecimento e destruição de células neoplásicas. Alguns trabalhos relatam a existência desse microambiente tolerante em lesões neoplásicas de colo de útero associadas ao HPV. Diante do exposto, o objetivo do trabalho é analisar o microambiente de lesões potencialmente malignas, carcinomas de boca e orofaringe, relacionados ou não ao HPV, quanto à presença de células dendríticas imaturas, linfócitos T reguladores FOXP3+ e a expressão de MIP3 alpha. (AU) | |
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