| Processo: | 17/10338-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Fisiologia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Carlos Arturo Navas Iannini |
| Beneficiário: | Rafael Parelli Bovo |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/16320-7 - Impactos das mudanças climáticas e ambientais sobre a fauna: uma abordagem integrativa, AP.PFPMCG.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/04637-0 - Integrando informações biológicas em modelos preditores de impactos de mudanças climáticas em anfíbios, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Mudança climática Anfíbios |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anfíbios | fisiologia ecológica | modelos mecanisticos | Mudanças Climáticas | nicho climático | risco de extinção | Zoologia Geral - Ecofisiologia Evolutiva |
Resumo A ausência de uma abordagem fisiológica é uma das principais dificuldades em previsões mais precisas sobre os efeitos ecológicos e biogeográficos das mudanças climáticas. De fato, dimensionar processos fisiológicos em padrões macroecológicos, enquanto componente fundamental de bases teóricas da ecologia, têm se mostrado uma tarefa desafiadora. Não à toa, um tema vigoroso em ecologia e biologia evolutiva é sobre como integrar traços fisiológicos, bem como a melhor parametrização de todas as características consideradas fundamentais, para a compreensão de requisitos e mecanismos limitantes ligados à ocorrência das espécies no ambiente. Revisitando teorias biológicas vigentes na literatura, pretendo aqui investigar, detectar e caracterizar o mecanismo e o resultado das respostas populacionais (intraespecíficas) e de espécies (interespecíficas) às condições ambientais/climáticas (e.g., em gradientes ambientais), e prever que tipo e magnitude de mudanças fisio-ecológicas e evolutivas futuras poderão ocorrer à medida que o ambiente mudar. Devido a características particulares como ectotermia, pele altamente permeável e limitada capacidade de dispersão, anfíbios são especialmente susceptíveis a alterações em parâmetros ambientais/climáticos e, portanto, bons modelo de estudo. Proponho aqui uma investigação interdisciplinar combinando análises correlativas com abordagens alternativas que empregam dados de experimentos fisiológicos sob mesmo protocolo e modelos conceituais ou matemáticos (incluindo simulações) como um meio para interligar processos de nível inferior (e.g., fisiológicos, morfológicos e interações) com padrões de larga escala (distribuição geográfica, plasticidade/aclimatização fenotípica). Com isso, será possível discriminar mecanismos prováveis que afetam a distribuição e as respostas subjacentes de grupo particularmente vulnerável e diverso da fauna brasileira às mudanças ambientais/climáticas. | |
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