| Processo: | 12/07356-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica |
| Pesquisador responsável: | Fernando Rodrigues da Silva |
| Beneficiário: | Andre Zuffo Boaratti |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Sorocaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Macroecologia Mudança climática Tamanho corporal Padrão de distribuição Anfíbios Anura Mata Atlântica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anfíbios | Macroecologia | Padrão de distribuição | Tamanho Corporal | Ecologia Teórica |
Resumo Durante muitos anos pesquisadores têm se empenhado na tentativa de compreender a variação geográfica no tamanho corporal dos organismos ao longo dos gradientes ambientais. Entre esses gradientes, as variáveis latitudinais são muito bem conhecidas se comparadas com coeficientes longitudinais na influência da distribuição do tamanho corporal, porém estas também podem apresentar gradientes de temperatura e umidade que apresentam importâncias adaptativas. Entretanto, poucos estudos tem testado a influência desses gradientes longitudinais para organismos ectotérmicos. Partindo das premissas que: i) anuros é um grupo com baixa capacidade de dispersão e com conhecidas adaptações às condições ambientais de umidade e pluviosidade, e ii) a marcante variação climática e topográfica entre a Floresta Atlântica Costeira e a Floresta Mesófila do Interior; nós pretendemos testar três hipóteses competitivas (Hipótese da Disponibilidade de Água, Hipótese do Balanço de Calor e Hipótese da Disponibilidade de Habitat) que expliquem a variação no tamanho corporal para três espécies de anuros (Hypsiboas faber, Dendropsophus minutus e Physalaemus cuvieri) em um gradiente longitudinal na Mata Atlântica brasileira. Nós esperamos que as variações geográficas no tamanho corporal dos anuros na Mata Atlântica estejam mais correlacionadas com o gradiente de pluviosidade, do que com o de temperatura ou habitat, uma vez que os indivíduos ocorrendo em ambientes úmidos e quentes não são tão afetados pela desidratação. Por outro lado, os indivíduos ocorrendo em ambientes secos e quentes podem somente manter a pele úmida diminuindo a exposição aos fatores que promovam a desidratação. Portanto, com os resultados que serão obtidos, pretendemos compreender os mecanismos que determinam a distribuição do tamanho corpóreo de anuros na Mata Atlântica e fornecer dados que poderão contribuir com a teórica dos padrões espaciais. | |
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