| Processo: | 17/18561-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial |
| Pesquisador responsável: | Maria Cristina Zindel Deboni |
| Beneficiário: | Lucas Maia Nogueira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Polímeros (materiais) Biomateriais Células-tronco Osteogênese Tecidos suporte |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células tronco | células tronco derivadas de polpa dentária humana | osteogênese | Polímeros | Cirurgia Bucomaxilofacial |
Resumo A busca por um material de enxertia que se adapte às necessidades do cirurgião bucomaxilofacial e também que proporcione ao paciente retorno de sua função com menores danos possíveis, tem sido incessante. Apesar do enxerto autógeno ser ainda hoje considerado padrão ouro devido suas propriedades, ele apresenta algumas desvantagens, sendo que a maioria de suas complicações estão associadas ao leito doador. Portanto, uma série de substitutos ósseos têm sido desenvolvidos. Atualmente, a engenharia de biomateriais trabalha com mais frequência junto à odontologia, com o desenvolvimento de novos recursos, principalmente na área de regeneração tecidual. Neste contexto, além dos materiais de enxertia, scaffolds naturais e aloplásticos reabsorvíveis têm sido desenvolvidas com o propósito de ser empregadas como estruturas tridimensionais para o transporte de fatores de crescimento e/ou células pluripotentes para neoformação tecidual. As membranas compostas por polímeros podem apresentar nanofibras formadas por eletrofiação, técnica simples e de baixo custo que permite a fabricação de membranas com potencial para uma variedade de aplicações biológicas. Membranas eletrofiadas composta por polímeros poli-épsilon-caprolactona (PCL), de acordo com a literatura, apresentam propriedades físico-químicas importantes, podendo ser utilizada em diversas áreas da medicina. Nosso grupo de pesquisa tem colaborado com a caraterização biológica desde 2014 no estudo do potencial osteogênico da blenda PCL/polirotaxano. Foi comprovada a compatibilidade desta blenda in vitro em culturas de fibroblastos murinos com resultados publicados em periódico importante na área de biomateriais (Salles et al, 2017). Com auxílio de pesquisa vigente da FAPESP (15-15055-0) até outubro deste ano estamos verificando o potencial de diferenciação osteogênica de uma blenda PCL/Polirotaxano funcionalizada por células tronco de polpa dentária humana. Entretanto, a pesquisa ainda carece de resultados das respostas celulares com o polímero PCL puro. O objetivo desse projeto é avaliar in vitro o comportamento biológico de scaffolds de PCL puro quanto ao seu potencial funcional osteogênico e poder comparar os resultados obtidos com a blenda. Neste sentido, células tronco de polpa dentária humana serão cultivadas sobre amostras da membrana PCL-puro e então avaliadas quanto a viabilidade, proliferação e adesão celular sobre a membrana. Para a análise de seu potencial osteogênico será avaliada a atividade de fosfatase alcalina e a formação de nódulos de mineralização. (AU) | |
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