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Efeito do interferon-³ sobre o parkinsonismo e no desenvolvimento de discinesia induzida pelo tratamento com L-DOPA

Processo: 17/14419-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Elaine Aparecida Del Bel Belluz Guimarães
Beneficiário:Daniele Pereira Ferrari
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/25029-4 - Estudo da contribuição do processo inflamatório na discinesia induzida por L-DOPA na Doença de Parkinson, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):18/18354-7 - Papel dos canais SK3 nos mecanismos neuroinflamatórios da discinesia induzida por L-DOPA e Doença de Parkinson, BE.EP.MS
Assunto(s):Levodopa   Neurociências   Microglia   Doença de Parkinson

Resumo

A doença de Parkinson (DP) é caracterizada pela perda de neurônios dopaminérgicos cuja causa ainda é desconhecida. O tratamento mais efetivo para os sintomas motores da DP é por meio da administração de L-DOPA. A cronicidade desse tratamento leva ao desenvolvimento de movimentos involuntários anormais ou discinesia induzida por L-DOPA. Observou-se no estriado lesionado de animais parkinsonianos com discinesia a presença de células gliais ativadas e o aumento da expressão de sintase do óxido nítrico induzida (iNOS), sugerindo o envolvimento de neuroinflamação na fisiopatologia da DP e da discinesia. A transcrição de iNOS é dependente de citocinas pró-inflamatórias, dentre elas o interferon-³ (IFN-³), que aparentemente participa da degeneração de neurônios dopaminérgicos. O objetivo deste estudo é estender a análise do envolvimento da reação inflamatória na discinesia, analisando o papel do IFN-g no parkinsonismo e na discinesia, assim como o seu papel na expressão de iNOS após tratamento com L-DOPA. Para isso, utilizaremos camundongos IFN-³ nocaute (IFN-³-KO) e selvagens (WT) para indução do parkinsonismo, que receberão microinjeção unilateral de 6-OHDA no estriado. A intensidade da lesão será avaliada por meio dos testes do cilindro e campo aberto e posteriormente por análise imuno-histoquímica para a enzima tirosina hidroxilase no estriado e na substância negra de todos os animais. Animais IFN-³-KO e WT lesionados serão tratados com L-DOPA ou salina e avaliados quanto ao desenvolvimento de discinesia. A presença de reação inflamatória será avaliada no estriado por meio da expressão de iNOS e ativação de micróglia (IBA-1). A presença de IFN-³ no soro dos animais WT controles, com parkinsonismo e com discinesia será avaliada por ELISA. (AU)

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