| Processo: | 18/05671-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Leonardo Coelho Rabello de Lima |
| Beneficiário: | Victor Alvino de Souza |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiologia do exercício Contração muscular Lesão muscular Força muscular Membros inferiores Treinamento de força Salto vertical |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dano muscular | Potencialização pós-ativação | Salto vertical | treinamento complexo | Fisiologia do Exercício |
Resumo Sabe-se que músculos com maior incidência de fibras musculares do tipo II são mais responsivos à potencialização pós-ativação (PAP). Porém, esses músculos também parecem ser mais suscetíveis ao dano muscular induzido pelo exercício pliométrico. Considerando que tanto a PAP e o dano muscular induzido pelo exercício são mais comumente observados em fibras musculares do tipo II, o objetivo do presente estudo é avaliar se o dano muscular induzido por contrações pliométricas interfere na capacidade de produção de força e potência dos músculos dos membros inferiores (em especial, extensores do joelho), induzida por um protocolo de pré-condicionamento. Homens ativos, sem experiência recente com treinamento resistido e sem histórico de lesões nos membros inferiores, participarão do estudo. O protocolo de pré-condicionamento será caracterizado por uma série de cinco agachamentos em alta intensidade. Após quatro minutos da série de pré-condicionamento, os participantes realizarão SCM e contrações isométricas máximas em dinamômetro isocinético para identificar os efeitos da PAP. Quinze minutos após o exercício de indução da PAP, os mesmos realizarão um protocolo de indução de dano muscular, que consistirá de repetições de drop-jumps (DJ) com sobrecarga. Dez minutos após o exercício de indução de dano muscular os participantes realizarão novamente os testes de performance descritos acima. As avaliações de pico de torque e altura de SCM (tanto sob o efeito da PAP quanto em condições basais) serão realizadas, também, 24 e 48 horas após a indução do dano muscular. (AU) | |
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