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O impacto da reabilitação cognitiva nas funções executivas e adequação social nos pacientes com epilepsia mioclônica juvenilil

Processo: 17/09870-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Kette Dualibi Ramos Valente
Beneficiário:Maria Luisa Maia Nobre de Paiva
Instituição-sede: Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Epilepsia mioclônica juvenil   Avaliação neuropsicológica   Reabilitação cognitiva

Resumo

A Epilepsia Mioclônica Juvenil (EMJ) é uma síndrome epiléptica generalizada geneticamente determinada, com início na adolescência. Há evidências sobre a presença de prejuízos específicos associados à EMJ em componentes clássicos das Funções Executivas, assim como, a presença traços de personalidade impulsivos. Estes pacientes podem apresentar desempenho inferior aos controles nos testes que requerem formação de conceitos, flexibilidade mental, atenção e controle inibitório de respostas. Até o momento, não há nenhum estudo sobre o impacto da reabilitação cognitiva nesse grupo de pacientes. Neste estudo longitudinal e controlado, temos como objetivo avaliar o impacto da reabilitação cognitiva sobre as funções executivas e sobre diferentes aspectos da adequação social dos pacientes com EMJ. Para tal, 40 pacientes com EMJ avaliados com uma bateria abrangente de testes neuropsicológicos serão divididos em dois grupos: 20 pacientes irão compor o grupo experimental e serão abordados através da intervenção individual com o Protocolo de Reabilitação Cognitiva proposta neste trabalho. Os demais formarão o grupo controle, que não terá qualquer intervenção antes da reavaliação e análise de dados (lista de espera). A intervenção levará 12 semanas consecutivas. Após este período de tempo, os grupos serão submetidos à avaliação neuropsicológica, medidas ecológicas para funcionamento executivo, escala de adequação social e questionário de qualidade de vida. Os resultados serão analisados estatisticamente através da ANOVA de medidas repetidas, com o grupo (Experimental vs Controle) e tempo (T0 e T1) como fatores incluídos, com um nível de significância de 0,05 e intervalo de confiança de 95%. (AU)