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Elaboração de guia de boas práticas sobre o uso de bombas de infusão por seringa: subsídio para a segurança do paciente na terapia intravenosa

Processo: 18/05284-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem Pediátrica
Pesquisador responsável:Denise Miyuki Kusahara
Beneficiário:Karina Zeni Pires Mecca
Instituição-sede: Escola Paulista de Enfermagem (EPE). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Serviço hospitalar de enfermagem   Cuidados de enfermagem   Segurança do paciente   Administração intravenosa   Infusões intravenosas   Bombas de infusão   Pesquisa em enfermagem clínica   Guia de prática clínica

Resumo

Bombas de infusão por seringa (BIS) são equipamentos eletrônicos destinados à infusão de fármacos e soluções, amplamente utilizadas na terapia intravenosa, principalmente em situações nas quais há necessidade da administração de pequenos volumes em fluxo lento. Tais dispositivos permitem melhor controle da infusão quando comparados a dispositivos cujo controle da infusão é manual. Apesar dos benefícios obtidos com o uso da BIS, erros tanto por falhas mecânicas como humanas podem ocorrer durante o seu manuseio. Desta forma, torna-se relevante o preparo dos profissionais responsáveis pela sua instalação e utilização. Objetivos: Elaborar um guia de boas práticas sobre o uso seguro de BIS. Método: Estudo do tipo pesquisa de desenvolvimento metodológico. O estudo será realizado em três etapas. A primeira etapa, já cumprida, correspondeu à seleção do conteúdo a partir de revisão integrativa de literatura, por meio da qual foram identificados aspectos técnicos e de utilização de BIS no cotidiano da prática de enfermagem. A partir desta revisão foi elaborado um instrumento para conduzir a segunda etapa do estudo, realizada no ano de 2017, caracterizada por rodas de discussão. Participaram das rodas de discussão enfermeiros atuantes em hospitais públicos, privados e instituições de ensino que compartilharam suas experiências, práticas e dúvidas relativas ao manuseio da BIS. Na terceira etapa, pretende-se elaborar um guia de boas práticas no manuseio da BIS com base na análise das RD. Resultados esperados: A elaboração um guia de boas práticas no uso de BIS irá contribuir para o aprimoramento das competências do enfermeiro na execução da terapia intravenosa e para a promoção de uma assistência mais qualificada e segura. (AU)