| Processo: | 18/24389-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Extragaláctica |
| Pesquisador responsável: | Claudia Lucia Mendes de Oliveira |
| Beneficiário: | Carlos Eduardo Barbosa |
| Supervisor: | Dennis Zaritsky |
| Instituição Sede: | Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Arizona, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 16/12331-0 - Evolução de galáxias em diferentes meio ambientes usando cinemática e populações estelares espacialmente resolvidas, BP.PD |
| Assunto(s): | Populações estelares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Galáxias: cinemática e dinâmica | galáxias: conteúdo estelar | Galáxias: evolução | galáxias: formação | Populações Estelares |
Resumo A Função de Massa Inicial (FMI) é um aspecto fundamental das galáxias, mas sua determinação em galáxias além da Via Láctea tem mostrado resultados conflitantes entre os estudos da literatura. Alguns trabalhos na última década tem indicado que a FMI é mais massiva em sua região de baixas massas em relação à Via Láctea, indicando que estrelas anãs naqueles sistemas são mais comuns do que na nossa Galáxia, mas estes resultados tem sido contestados por outros grupos. Usando um instrumento recentemente comissionado, o Wide Integral Field Infrared Spectrograph (WIFIS), nós planejamos investigar o problema da FMI em galáxias próximas usando espectroscopia no infravermelho próximo para mitigar problemas que aparecem quando apenas observações ópticas são utilizadas. Usando uma amostra de 75 galáxias, planejamos determinar a forma da região de baixa massa da FMI usando tanto análise dinâmica quanto usando populações estelares para vincular a FMI consistentemente, e fornecer uma nova perspectiva do assunto. Além disso, planejamos utilizar o grande campo de visão do WIFIS para observar a FMI com resolução espacial e verificar se ela varia em função da distância galactocêntrica, ou se é constante, seguindo o padrão observado no disco da Via Láctea. | |
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