| Processo: | 18/23872-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Rodrigo da Silva Galhardo |
| Beneficiário: | Juliana Lumi Sato |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biologia molecular Mutagênese Resistência microbiana a medicamentos Cateteres Proteus mirabilis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Mutagênese | Proteus mirabilis | Resistência | resposta SOS | Transposon conjugativo | Biologia molecular |
Resumo Proteus mirabilis é uma bactéria causadora de infecções urinárias associadas a catéteres (CAUTIs) que tem sua importância clínica associada a cateterizações prolongadas. Pela sua natureza sensível à beta-lactâmicos, o surgimento de resistência a esta classe de antibióticos levou à identificação dos elementos conjugativos integrativos (ICEs) da família SXT/R391, que carregavam tais genes de resistência. Os ICEs possuem genes que regulam o próprio mecanismo de transferência, e também diversos outros genes conservados de funções desconhecidas ou aparentemente não essenciais ao processo de transferência. Dentre esses genes conservados se encontra o operon rumAB que é homólogo de umuDC de E. coli que codifica uma DNA polimerase da família Y, caracterizada pela elevada taxa de erro. A regulação da expressão de rumAB está sob controle da resposta SOS, o mesmo acontecendo com as funções conjugativas do ICE. Essa resposta é induzida quando há danos no DNA, causados, por exemplo, pela exposição à antibióticos. Por induzir as polimerases translesão, a resposta SOS leva ao aumento transiente da taxa de mutação. As mutações no cromossomo, por sua vez, podem levar ao surgimento de resistência a certos antimicrobianos como fosfomicina e ciprofloxacina.No genoma de P. mirabilis, não há homólogos destas polimerases translesão, a não ser naquelas linhagens que albergam o ICE SXT/R391, que tem consigo o rumAB. Sendo assim, neste projeto, além de identificar possíveis genes de resistência carregados por estes elementos em isolados clínicos brasileiros, realizaremos análises funcionais da polimerase translesão rumAB, nos processos de mutagênese e na manutenção e conjugação dos ICEs. (AU) | |
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