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Avaliação da terapia com células-tronco sobre a função cardíaca e capacidade ao exercício em ratos com insuficiência aórtica

Processo: 19/02024-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Patrícia Fidelis de Oliveira
Beneficiário:Ronny Peterson Cabral Filho
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia cardiovascular   Ecocardiografia   Células-tronco mesenquimais   Barorreflexo   Variabilidade da frequência cardíaca   Exercício físico   Insuficiência da valva aórtica

Resumo

A insuficiência aórtica (IAo) representa uma condição de sobrecarga volumétrica causada pela incompetência valvar em seu fechamento. A diferenciação de células tronco (CT) no tecido receptor não se confirma in vivo e outros mecanismos como citoproteção e ação antifibrótica têm sido sugeridos, fato que amplia o uso de CT em doenças cardíacas sem perda significativa de miócitos como na IAo. Portanto, o presente estudo visa investigar se a terapia com células mesenquimais estromais de medula óssea (MSC, porção enriquecida de CT) promove melhora morfofuncioanl cardíaca em repouso e aumenta a capacidade ao exercício em ratos com IAo. As MSC serão obtidas a partir da medula óssea de um rato doador; serão caracterizadas por imunofenotipagem e diferenciação osteogênica e adipogênica in vitro e serão expandidas para administração in vivo. A IAo será induzida cirurgicamente em ratos Wistar e será confirmada após uma semana por ecocardiografia (ECO). Animais falso operados (SHAM) serão controle de normalidade. Após uma semana de IAo, será feita a administração intramiocárdica (i.m, 100 uL) constituindo os grupos: SHAM; IAo+DMEM (meio de cultura desprovido de célula) e IAo+MSC (106 células/100 uL). Avaliações por ECO serão feitas na 4ª e 8ª semana após IAo. Na 8ª semana serão realizados o teste de esteira, o registro de pressão arterial (análise de tônus, sensibilidade do barorreflexo e variabilidade da frequência cardíaca) e pressão ventricular esquerda. Em seguida, os animais serão mortos e os corações retirados para quantificação de fibrose. Os resultados do presente projeto poderão motivar estudos futuros que investiguem a aplicação terapêutica de MSC em IAo como uma terapia alternativa ou coadjuvante à cirurgia de prótese valvar.