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Detecção e caracterização molecular de Sarcocystis spp. em Marsupiais (Didelphis spp.) amostrados em Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Processo: 19/08294-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:ROSANGELA ZACARIAS MACHADO
Beneficiário:Mariele de Santi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Parasitologia   Sarcocystis   Marsupialia   Didelphis   Caracterização molecular   Filogenia   Campo Grande (MS)

Resumo

Protozoários do gênero Sarcocystis são coccídios mundialmente distribuídos, conhecidos por parasitar diversos sistemas em aves, répteis, peixes e mamíferos, incluindo seres humanos. Marsupiais do gênero Didelphis (gambás) são considerados hospedeiros definitivos para diferentes espécies de Sarcocystis, eliminando abundante quantidade de esporocistos juntamente com suas fezes. S. neurona é o parasito mais frequentemente associado à Mieloencefalite Protozoária Equina, enfermidade que possui ampla ocorrência na região do município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, estando possivelmente relacionada à abundante quantidade de gambás existente em vida livre. A diferenciação entre espécies de Sarcocystis há anos vêm sendo estudada por meio de análises moleculares e estudos filogenéticos. Durante os últimos anos uma ampla coleção de cepas de Sarcocystis têm sido isoladas de vários hospedeiros em diversos locais. Estudos prévios demonstraram uma grande diversidade de variantes de alelos de genes codificadores de antígenos de superfície (SAGs) nos esporocistos de Sarcocystis eliminados nas fezes de gambás. Inversamente, o número de variantes de alelos do primeiro espaçador interno transcrito (ITS1) foi baixo. Neste contexto, o presente estudo tem como objetivo estudar relações filogenéticas entre Sarcocystis spp. isolados de gambás de vida livre no município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, avaliando marcadores moleculares com diferentes taxas evolucionárias, dos locus que codificam para os SAGs, subunidade 1 da citocromo C oxidase (cox1), e sequências ITS1 do parasita. Assim, espera-se compreender melhor a verdadeira diversidade genética entre as cepas de Sarcocystis, que podem estar associadas ao aumento do risco de doença. (AU)