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Arcabouço celular inédito a partir de proteína recombinante derivada de elastina rica em histidina para impressão 3D

Processo: 19/10789-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2019
Vigência (Término): 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Luiz Henrique Catalani
Beneficiário:Michelle da Silva Liberato
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/13492-2 - Arcabouços sintéticos e naturais aplicados à medicina regenerativa, AP.TEM
Assunto(s):Proteínas recombinantes   Biomateriais   Impressão tridimensional   Polipeptídeos   Hidrogéis

Resumo

Atualmente, a biologia molecular aplicada a produção de proteínas recombinantes tem se mostrado altamente eficaz para fins biomédicos. Neste contexto, os polipeptídeos do tipo elastina (ELPs) estão entre os biopolímeros de estímulo-responsivo mais promissores a serem expressos geneticamente. Adicionalmente, o sistema de expressão adequado depende da proteína a ser produzida. Em nosso caso, a ELP-40 será expressa utilizando a tecnologia do DNA recombinante em linhagens de bactéria Escherichia coli (E. coli). Em particular, propomos o desenvolvimento de arcabouços produzidos pela tecnologia de impressão 3-D. Para isso, sugerimos a incorporação da Histidina como aminoácido chave na sequência da ELP-40, visando a geração de hidrogéis bioativos altamente elásticos e sensíveis à fotoreticulação por oxigênio singlete. Estes biomateriais são altamente atrativos como suporte estrutural visando o crescimento celular, bem como adesão, proliferação e diferenciação, portanto, apresentam aplicações importantes na área da medicina regenerativa, incluindo seu possível uso como tintas para técnicas de impressão 3D baseadas em estereolitrografia. Por fim, os arcabouços serão caracterizados por técnicas experimentais avançadas, de modo a inferir sobre as suas propriedades estruturais e morfológicas, além de ensaios biológicos para avaliação da biocompatibilidade por meio de testes in vitro e in vivo.

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