| Processo: | 19/12410-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 12 de dezembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia |
| Pesquisador responsável: | Deisy das Graças de Souza |
| Beneficiário: | Lucas Couto de Carvalho |
| Supervisor: | Sigrid Glenn |
| Instituição Sede: | Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of North Texas, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 17/13840-8 - Responder cooperativo em ratos sob esquemas de reforço, BP.PD |
| Assunto(s): | Análise do comportamento |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Coordenação social | esquemas de reforçamento | unidade de comportamento | Análise do Comportamento |
Resumo O princípio do reforço (mudanças na probabilidade de respostas em função de conseqüências reforçadoras) tem sido usado para explicar fenômenos comportamentais simples e complexos. Dentro da Análise do Comportamento, este princípio tem sido historicamente aplicado aos comportamentos individuais, isto é, para explicar a recorrência do comportamento no repertório de um organismo individual. Enquanto B. F. Skinner defendeu a possibilidade de relações funcionais entre consequências externas e comportamentos coordenados socialmente, ele não desenvolveu profundamente esta questão, nem experimentalmente nem teoricamente (ver, por exemplo, Skinner, 1953, 1962, 1981). Embora outros tenham usado a abordagem skinneriana para abordar experimentalmente a coordenação social (por exemplo, Azrin & Lindsley, 1956), foi com a publicação de um trabalho conceitual de Glenn (1986) que maior atenção foi dada ao princípio de reforço operando em nível de grupo(por exemplo, Luke, Roose, Rakos e Mattaini, 2017). O projeto atual é uma tentativa de contribuir e fortalecer a ideia de que comportamentos socialmente coordenados podem ser considerados uma unidade de comportamento que é selecionada por conseqüências ambientais externas (ou seja, relações funcionais em metacontingências). Nesta proposta, apresentarei primeiro um histórico sobre a definição de uma unidade de comportamento dentro da análise do comportamento. Na segunda parte, defino as metacontingências e descrevo os estudos neste campo. Em seguida, descrevo os artigos que serão produzidos como parte dessa proposta. | |
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