| Processo: | 19/06973-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Iris Callado Sanches |
| Beneficiário: | Marino Siket de Souza Pereira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade São Judas Tadeu (USJT). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiologia cardiovascular Dieta hiperlipídica Treinamento físico Exercício físico Menopausa Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dieta hiperlipídica | Menopausa | Modulação autonômica cardiovascular | treinamento físico | Fisiologia cardiovascular |
Resumo Após a menopausa, a diminuição da função ovariana altera o metabolismo lipídico, resultando no aumento da massa de gordura visceral. Muitos estudos populacionais têm demonstrado que o excesso de tecido adiposo, principalmente no abdômen, está intimamente relacionado com o risco de complicações cardiovasculares. De fato, a incidência de doenças cardiovasculares aumenta significativamente após a menopausa. Evidências sugerem conexões do aumento da pressão arterial com níveis reduzidos de estrogênio. Além disso, são muitas as evidências de que o sistema nervoso autônomo desempenha um papel-chave na fisiopatologia das complicações metabólicas, tanto em humanos quanto em modelos animais. Nesse sentido, o treinamento físico tem se mostrado potencialmente benéfico para o manejo de complicações metabólicas e cardiovasculares após a menopausa. O objetivo geral do presente estudo será investigar o efeito do treinamento físico sobre parâmetros metabólicos, hemodinâmicos e autonômicos em modelo experimental de menopausa tratado com dieta hiperlipídica. Para isso, serão utilizadas 32 camundongas C57BL/6J (aproximadamente 10 semanas de vida) divididas 4 grupos (n=8 em cada): controles sedentárias tratadas com dieta normolipídica (CSN), ooforectomizadas sedentárias tratadas com dieta normolipídica (OSN), ooforectomizadas sedentárias tratadas com dieta hiperlipídica (OSD), e ooforectomizadas treinadas tratadas com dieta hiperlipídica (OTD). A dieta hiperlipídica terá 60% do conteúdo calórico fornecido por lipídios, e será oferecida a partir da 10ª semana de vida dos animais. Após 4 semanas de dieta, será realizado o teste de tolerância oral à glicose (OGTT), que será repetido ao final do protocolo. Após o primeiro OGTT, será realizada a ooforectomia (retirada bilateral dos ovários) para induzir a privação ovariana. Uma semana após a cirurgia, começará o treinamento físico aeróbio, que terá duração de 4 semanas (5x/semana, 40min-1h/dia, intensidade leve a moderada, 50-70% da capacidade máxima de corrida). Ao término do período de treinamento, os animais serão canulados para registro direto de pressão arterial (CODAS, 4kHz). Os registros de pressão arterial serão avaliados com a ferramenta de análise espectral (FFT) para análise da modulação autonômica cardiovascular. Ao final do protocolo, o tecido adiposo branco e os músculos sóleo e gastrocnêmio serão coletados e pesados. Os dados serão analisados estatisticamente com o teste t de Student ou ANOVA one way, e valores de p<0,05 serão considerados significativos. | |
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